Lamento a decisão do Papa Bento XVI em renunciar. Apesar dos motivos alegados em sua nota de renuncia, há uma desconfiança no ar de que "forças ocultas" tenham trabalhado nos bastidores para desestabilizar seu pontificado. terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
Ratzinger e os rumos da teologia contemporânea. Parte I
Lamento a decisão do Papa Bento XVI em renunciar. Apesar dos motivos alegados em sua nota de renuncia, há uma desconfiança no ar de que "forças ocultas" tenham trabalhado nos bastidores para desestabilizar seu pontificado. domingo, 7 de outubro de 2012
Dons do Espírito Santo.
Creio nos dons do Espírito
Santo, e creio que eles sejam distribuídos ainda hoje sim. Porém já vivenciei
muitas manifestações que do meu ponto de vista não tinham nada de “espiritual”.
sábado, 17 de setembro de 2011
Eu sei, mas não devia, e não devo....
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
OS FINS E OS MEIOS....
É possível fazer muitas coisas erradas com a motivação certa..... Para o cristão os fins NUNCA justificam os meios.... NUNCA!!!!
domingo, 21 de agosto de 2011
Pensando a Igreja....
domingo, 9 de janeiro de 2011
Tendências do Cristianismo pós-moderno....
O instituto Barna Group publicou há poucos dias o resumo das principais pesquisas realizadas pela instituição nos Estados Unidos durante o ano de 2010. O resultado fornece um retrato de como o ambiente religioso nos Estados Unidos está se transformando em algo novo e também perigoso.A matéria fornece seis tendências principais. Vejamos:
1. A Igreja Cristã está se tornando menos alfabetizada teologicamente
As pesquisas apontaram que o que costumavam ser verdades básicas e universalmente conhecidas sobre o cristianismo, são agora mistérios desconhecidos para uma grande e crescente parte de norte-americanos. Os estudos revelaram que enquanto a maioria das pessoas consideram a Páscoa como um feriado religioso, apenas uma minoria de adultos a associam com a ressurreição de Jesus Cristo. Outros exemplos, relata a matéria, incluem a constatação de que poucos adultos acreditam que sua fé é para ser o ponto focal de sua vida ou ser integrados em todos os aspectos da sua existência. Além disso, uma crescente maioria acredita que o Espírito Santo é um símbolo da presença de Deus ou do poder, mas não é uma entidade viva. A teologia livre para todos que está invadindo as igrejas protestantes em todo o país sugere que a próxima década será um momento de diversidade teológica incomparável e inconsistência.
2. Os cristãos estão se tornando mais isolados dos não-cristãos
Os cristãos estão cada vez mais espiritualmente isolados dos não-cristãos do que era há uma década. Exemplos dessa tendência incluem o fato de que menos de um terço dos cristãos tem convidado qualquer pessoa para se juntar a eles em um evento da igreja durante a época da Páscoa. Os adolescentes são menos inclinados a discutir o cristianismo com seus amigos do que acontecia no passado.
3. Um número crescente de pessoas estão menos interessadas em princípios espirituais e desejosos de aprender mais soluções pragmáticas para a vida.
Quando perguntado o que mais importa, os adolescentes norte-americanos disseram priorizar a educação, carreira, amizades e viagens. A fé é importante para eles, mas é preciso primeiro um conjunto de realizações de vida. Entre os adultos, as áreas de importância crescente são o conforto, estilo de vida, sucesso e realizações pessoais. Essas dimensões têm aumentado à custa do investimento em fé e família. O ritmo corrido da sociedade deixa as pessoas com pouco tempo para reflexão. O pensamento profundo que ocorre normalmente refere-se a interesses econômicos. As práticas espirituais como a contemplação, solidão, silêncio e simplicidade são raras. (É irônico que os mais de quatro em cada cinco adultos dizem viver uma vida simples.)
4. Entre os cristãos, o interesse em participar da ação da comunidade é cada vez maior
Os cristãos estão mais abertos e mais envolvidos em atividades de serviço comunitário do que no passado recente. No entanto, conforme alerta a matéria, apesar dessa tendência, as igrejas correm o risco desse engajamento diminuir, a menos que abracem uma base espiritual muito forte para tal serviço, e não por estímulo momentâneo.
5. A insistência pós-moderna de tolerância é de conquistar a Igreja Cristã
O analfabetismo bíblico e a falta de confiança espiritual fez com que os americanos evitassem escolhas baseadas na exigências bíblicas, com medo de serem rotulados de julgadores (ou preconceituosos). O resultado é uma Igreja que se tornou tolerante com uma vasta gama de comportamentos moralmente e espiritualmente duvidosos. A idéia de amor foi redefinido para significar a ausência de conflito e confronto, como se não existem absolutos morais que vale a pena lutar. Isso não pode ser surpreendente em uma Igreja na qual uma minoria acredita que existe uma moral absoluta ditada pelas escrituras.
6. A influência do cristianismo na cultura e na vida individual é praticamente invisível
O cristianismo é sem dúvida a cosmovisão que mais influenciou a cultura americana do que qualquer outra religião, filosofia ou ideologia. No entanto, isso não tem corrido nos últimos tempos.
Fonte : Púlpito Cristão
Está tendência já se apresenta na Igreja brasileira também. Pretendo comentar cada um destes 6 itens em próximos posts.
domingo, 12 de setembro de 2010
A essência do cristianismo
Somente tornando-se consciente do coração, do amor como poder ou a verdade mais elevada e absoluta, e considerando a divindade não só como uma lei, como um ser moral e racional, mas como um ser que ama, que tem coração e que é ele próprio, subjetivamente, um ser humano."
domingo, 6 de junho de 2010
Isto é o EVANGELHO !!!!!!
Aqueles que estão lendo esta mensagem via email : Para ver o vídeo acesse o blog.
Está se espalhando......
Ah ! Um detalhe que havia esquecido: Dons são distribuídos por Deus, não se passa o dom de uma pessoa para outra....Deus distribui os dons para edificação da sua Igreja, e a própria Igreja deve incentivar o desenvolvimento e aprimoramento de dons nos cristãos, mas eu não posso passar o meu dom para outra pessoa.
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Igreja Romana Pula Fora do PT?
Os setores católicos romanos progressistas acusam, com razão, o PT de não ter sido o parceiro que se esperava na construção de um país mais soberano, mais democrático e mais justo. Quando Lula troca Frei Beto por Crivella como conselheiro religioso, algo tinha mudado profundamente, e não tinha sido do lado da Igreja...
Todos nós, protestantes, além das discordâncias teológicas, apontamos o dedo para a Igreja Romana em episódios como as Cruzadas, a Inquisição, e a defesas do Absolutismo, e fomos discriminados e perseguidos no Brasil durante a vigência do regime do Padroado e da Religião Oficial com a Constituição Imperial de 1824. Mas, não podemos negar a contribuição do pensamento social pontifício, com encíclicas como Non Abbiamo Bisogno (1931) contra o Fascismo, Mit Brennender Sorge (1937) contra o Nazismo, Divino Redemptoris (1937) contra a Comunismo, ou com a condenação às injustiças sociais com as encíclicas Rerum Novarum (1891), Quadragésimo Anno (1931), ou Mater et Magistra (1961) e Populorum Progressio (1966).
A CNBB saudou o golpe de 1964, mas, posteriormente, se tornou um dos pilares de resistência e de defesa da redemocratização. A Teologia da Libertação forneceu quadros dirigentes ao PT, a CUT ou ao MST, por ter despertado a visão social, sem o equilíbrio de uma espiritualidade que incluísse a transcendência, a doutrina e a ética individual. Na formação do Partido dos Trabalhadores, ao lado do novo sindicalismo da intelectualidade socialista não-dogmática, setores da Igreja Romana desempenharam importante papel de formulação e de mobilização.
Acontece que o tal “governo do PT” foi como a viúva Porcina “aquela que foi sem nunca ter sido”. Foi um governo de Lula como titular, com uma ampla e eclética “base aliada”, onde o PT foi apenas um ator, e coadjuvante, tendo sido forçado a abandonar o ideário construído por suas bases por 20 anos, sendo-lhe imposto “de goela a baixo” a chamada “Carta ao Povo Brasileiro”, que é uma ruptura formal com esse ideário (que tinha no horizonte a construção de um socialismo democrático peculiar) e uma transformação em um mero “partido reformista” da ordem vigente, com todos os preços e acordos.
Intelectuais e religiosos progressistas, não só católicos romanos, vêm pulando fora desse barco há muito tempo. O pior é que, com a cooptação dos movimentos sociais, há um silêncio em termos de massa crítica e de oposição, menos aquela dos conservadores capitalista subalternos mais empedernidos, capitaneado pela paulisteia perfumada, enfim, a do retrocesso. Os setores mais à esquerda do PT estão divididos e desqualificados ou ignorados pela imprensa-empresa, e a irmã Marina Silva, com toda a sua biografia, ética e ecologia, não conseguiu ainda romper o cordão umbilical afetivo com o PT atual (que não é o que ela no passado militou), e sinalizar uma ruptura, uma mudança de rumos mais profundos em busca de um Projeto Nacional, que resgate o sonho de justiça social dos religiosos, sejam católicos romanos, sejam os de outras religiões, inclusive de nós evangélicos.
Mas, o período eleitoral está apenas começando, tem a Copa do Mundo no meio, e as nossas orações de vez em quando. Vamos em frente!
Dom Robinson Cavalcanti, ose
Bispo Diocesano
http://www.dar.org.br/bispo/50-artigos/1048--igreja-romana-pula-fora-do-pt.html
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Obs. Pessoal: Onde estão os movimentos sérios evangélicos com relação a política ? Hoje infelizmente muitas igrejas evangélicas servem de curral eleitoral ao invés de servirem profeticamente a sociedade.
domingo, 20 de dezembro de 2009
Tudo pode... Se é em nome de Jesus.....
Falar "em o nome de Jesus" virou um cheque em branco. Tudo pode ser feito, desde que no final se conclua com um estridente "em nome de Jesus".O que quero dizer com isso?
Quero dizer que estas palavras se tornaram um salvo conduto para qualquer pastor se tornar um ser acima de qualquer critica ou acusação. Se ele pede insistentemente dinheiro, pode! Afinal ele fala no nome de Jesus, mesmo que esse dinheiro seja para pagar (de R$ 2.000.000,00 a 3.000.000,00 por mês, veja mais aqui) a alguma emissora de tv para manter o seu programa, que nada mais é do que a propaganda de suas igrejas, e que serve para pedir mais dinheiro, afinal quantos programas evangélicos que passam na tv que o pastor esteja ensinando a Bíblia? pouquíssimos, na maioria se ensina a famigerada Teologia da Prosperidade e a idolatria a seus Bispos e Apóstolos.
Quantos programas de igrejas vemos o pregador falando das mazelas do nosso Brasil? No máximo o que fazem é um "clamor profético", que não serve para nada, caso contrário o sistema político estaria muito melhor, depois de tantos anos de clamores....
Pobres crentes que desconhecem as Escrituras, que sequer tem o entendimento do que significa ser protestante....Se ao menos olhassem para as Epístolas contidas nas suas Bíblias saberiam que já no início do cristianismo os primeiros Apóstolos (estes sim os verdadeiros!) já se deparavam com situações em que muitos enganadores dentro das igrejas iniciantes traziam confusão e ensino errado, e tudo também "em nome de Jesus", mas isso não os impedia de alertar a Igreja contra estes falsos mestres.
Mas o que fazer? não se pode fazer muita coisa não, infelizmente, se muitas pessoas querem seguir este caminho? O que me da medo não é simplesmente a quantidade de usurpadores que se formam a cada dia se intitulando pastores, mas são os crentes que permitem e justificam o seu próprio julgo... Essa justificação, espiritualização e banalização dos atos destes indivíduos é que me aflige.
E retorno a pergunta : O que fazer? Escrever sobre isso já está ficando enfadonho... Talvez ficaremos apenas a olhar admirados da facilidade com que se manipulam as pessoas...
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Mal cheiro gospel....

Recuso-me como já disse várias vezes a chamar a maioria destes movimentos e igrejas criadas por ai de Cristãs. Estamos caminhando para um beco negro onde o nome de Jesus está sendo enlameado e o cristianismo perdendo a credibilidade.
Até quando vamos permitir estes lobos vorazes e sanguináreos continuarem com suas afrontas?
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Do Arquivo II - Igreja reformada sempre se reformando......

É de estarrecer a passividade do povo brasileiro, mais ainda do evangélico brasileiro.
Que luz estamos sendo? Que sal é esse?
Eu digo: A luz está apagando e o sal insosso, não somos exemplo para quase mais nada, a não ser de reacionismo e moralismo barato. Quantas igrejas ou denominações estão se manifestando, com relação aos desmandos dos políticos, da violência? Quantas passeatas para a moralização do congresso? Pela quantidade de marchas pra Jesus, determinando isto e aquilo, as coisas já não deviam estar melhor?? A grande verdade é que o povo evangélico nada mais é do que massa de manobra para alguns lideres inescrupulosos, serve somente para demonstra o poder de grupos e servir como moeda de troca... criou-se novos currais eleitorais, os coronéis dos sertões, foram substituídos pelos coronéis dos púlpitos.
Posso estar sendo duro, mas está é a minha visão, está na hora de uma nova reforma, enquanto há uma mínima esperança de salvação do movimento evangélico, se é que há alguma ainda....
Enquanto nos púlpitos se grita que devemos prosperar, determinar, ou propagar a santidade moralista, a nação está afundando num mar de “lama” ( pra não dizer aquilo que você está pensando...), a grande maioria da sociedade está jogando a ética no lixo, enquanto assistimos os piratas modernos confortavelmente sentados em suas poltronas nas casas de legislação saqueando a nação.
Assistimos passivamente uma juventude se perder, distribuindo violência gratuita, sem rumo, repetindo em suas vidas vazias tudo aquilo que nossos governantes estão cansados de fazer, e esperando o mesmo tratamento, ou seja a impunidade. No meio deste caos, pergunto : Não devia a igreja ser o profeta dos tempos atuais? Não deveria chamar a nação ao arrependimento ? Não deveria apontar o seu dedo para os desmandos dos governantes, que claramente desafiam e menosprezam a Palavra de Deus? Igreja, quer queira ou não, quer acredite ou não, você será cobrada pela sua posição.
domingo, 7 de junho de 2009
Para ficar mais claro....
Igreja não é igual a Deus!
A frase "Fora da Igreja não há salvação" é falsa !
Não necessariamente o pastor é mais "espiritual" que os membros.
O pastor não é o intercessor entre o povo e Deus.
O ser humano não foi criado unicamente para adorar a Deus, mas para relacionar-se com Ele!
Igreja reformada deve sempre procurar se reformar...
segunda-feira, 25 de maio de 2009
O que é a Igreja? O que vai ser da Igreja?
O QUE É IGREJA?
O que é a Igreja? (What is the Church?)
segunda-feira, 11 de maio de 2009
A Nova Eclésia - Parte I
Será que o nosso modelo de Igreja ainda atende as necessidades do indivíduo do séc. XXI?Será que o nosso modelo de liturgia é relevante para a mentalidade do nosso século?
Estas são perguntas difíceis de se fazer, pois parece que o formato da igreja e da liturgia são intocáveis.
Por vezes temos nos mantidos arraigados a um tradicionalismo, que talvez hoje, não tenha mais sentido ou significado. Este modelo tem se perpetuado pelos séculos, é o modelo da sinagoga que passa para cristianismo com pequenas mudanças.
No decorrer dos tempos este modelo fica um pouco mais aprimorado no catolicismo romano, mas sua estrutura básica não muda, louvor, oração, palavra, uma grande quantidade de pessoas escutando e uma falando.
Na reforma protestante este formato se perpetuou nas igrejas evangélicas, e invariavelmente continua o mesmo. Uma das poucas novidades que a reforma traz, que não é propriamente litúrgica, é a escola bíblica, onde se poderia aprender um pouco a mais com relação a escritura.
Porém será que esta estrutura da igreja e da nossa liturgia deve continuar a mesma?
Para defender a manutenção desta estrutura, não podemos sequer recorrer às escrituras, uma vez que Jesus não usava a sinagoga para seu discipulado e sequer deixou um formato para seguirmos. Porém Jesus nos deixou pistas de como deveria ser a Eclésia, ou melhor, de como deve ser a comunidade cristã do futuro.
Jesus reunia os seus discípulos informalmente, onde apresentava as questões religiosas para discussão e aprendizado, ou seja, o foco era o aprendizado e o desenvolvimento humano, a transformação de indivíduos em pessoas.
O nosso modelo cúltico não apresenta nenhuma opção, ou raras opções, para o crescimento do indivíduo. O pior que muitas vezes faz justamente o contrario, faz com que as pessoas fiquem cada vez mais imaturas e dependentes da estrutura religiosa. Não possibilitam a avaliação critica do mundo ao seu redor.
Jesus fazia com que aqueles que o ouviam, ousassem pensar criticamente e avaliarem as estruturas religiosa e secular a sua volta para que pudessem se manifestar contra aquilo que estaria impedindo a evolução do reino de Deus.
Será que o nosso modelo de igreja ou liturgia faz isso?
Considero nosso modelo litúrgico baseado em uma interpretação antropológica errada do ser humano. Há um conceito generalizado no meio cristão que Deus criou o homem para o seu louvor, ou seja para ser adorado pelo homem, desta forma o culto é praticamente centrado no “louvor” a Deus. Não me parece que o relatado em Génesis na criação do homem seja isso.
Em nenhum momento vemos Deus exigindo de Adão que este ficasse o adorando e louvando, vemos sim o relato de Deus procurando um relacionamento com a sua criatura. Deus desejava um relacionamento para que haja um crescimento do homem, e este crescimento é espiritual, psicológico, intelectual.
Sempre achei que nós cristãos deveríamos fazer mais diferença na sociedade do que fazemos, em alguns aspectos até acho que trazemos prejuízos para a sociedade, não raro vemos cristão homofóbicos, racistas e machistas achando que está fazendo o que "Deus" esta ordenando.
Creio que isso acontece porque estes cristãos estão despreparados intelectualmente para agirem na sociedade para propagarem verdadeiramente o reino.
Estes cristãos não têm um discipulado que os faça com que cresçam verdadeiramente,que desenvolvam suas potencialidades intelectuais, que seus problemas psicológicos sejam tratados para que possam ser pessoas melhores. Hoje vivemos um cristianismo individualista, interesseiro e superficial, um cristianismo egocêntrico.
Para que o cristianismo volte a ser relevante isto tem que mudar e esta mudança devem ser teológica e cultica/litúrgica. O principal fator que deve ser mudado é esta concepção antropológica
Este é apenas uma posição inicial do quê deve ser mudado, penso que ainda há mais coisas. Outra coisa ainda é o como mudar.
Essa deve ser a reflexão a ser feita na sequência.

