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sábado, 22 de setembro de 2012

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Pastorear, uma prática esquecida....

A ação de pastorear é algo que deve ser exercido com amor, cuidado e dedicação, não pode se resumir a presença pastoral no domingo diante do púlpito, na apresentação da Palavra, esta é uma das atribuição do pastor e do pastoreio. 

O pastoreio exige um envolvimento com o indivíduo de forma tal que não somente o pastor conheça a ovelha, mas esta reconheça e conheça seu pastor, assim Jesus apresenta-se como pastor que é conhecido pelas suas ovelhas e por isso elas não seguirão outras “vozes”.  

O Pastor é aquele que deve oferecer orientação, cuidado, proteção, orientação, compromissado com as necessidades da comunidade e do individuo, assim Davi nos apresenta Deus como pastor, Ele é o pastor, que conduz e protege, Nele nada me fará falta, me provem tudo que necessito, orientador e animador, na sua direção confio, sua bondade e amor sempre são presentes. 

Desta forma Deus é nos apresentado como o mais alto grau de Pastor e indica o modelo ideal de pastoreado. Claro que um modelo a ser perseguido e sempre incompleto enquanto exercício humano. Por isso faz-se necessário a dependência do pastor do Espírito Santo, como orientador em todos os aspectos pastorais. 

E é sempre com o exemplo de Jesus que em ultima análise exerceu o modelo pastoral de forma completa é que se deve exercer a função ministerial, e somente neste exemplo que podemos entender a função de servo e através dele é que podemos julgar a missão da Igreja no mundo. 

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Igreja Evangélica Brasileira : riscos e oportunidades.


Creio que hoje a Igreja Evangélica Brasileira está muito exposta a riscos, e aproveita pouco suas imensas oportunidades.

Digo que ela está exposta a riscos pela imensa quantidade de igrejas existe, o que deveria ser mais geradora de oportunidades do que riscos, porém a liberdade da utilização do titulo de evangélicas aliado a liberdade doutrinária e falta de preparo dos lideres, e ainda uma certa quantidade de “lobos na pele de cordeiro”, contribuem para uma mistura que vez ou outra explode nas manchetes dos jornais, geralmente nas páginas policiais ou de escândalos.

Pela estrutura que as Igrejas possuem, com a quantidade de pessoas que congregam, muitas das quais com excelente formação em vários campos do saber, poderia e deveria ser mais atuante na sociedade, apresentado idéias e ações que indiquem caminhos de vida. A Igreja parece não conhecer, ou fingir que não conhece o seu imenso potencial para apresentar as boas novas de forma prática e coerente com os ensinos de Jesus, ao contrário se fecha em torno de seus próprios interesses e dentro de quatro paredes.

Faz-se urgente uma mudança de cosmovisão da Igreja, falta sairmos de um evangelho egoísta e individualista para um evangelho trasformador, falta realmente mostrarmos que somos chamados para apresentar-nos como sal e luz.

Muitas vezes infelizmente o crescimento evangélico está servindo como modernos currais eleitorais onde as igrejas demonstram seu poder aos políticos esfregando os números de membros, servindo inclusive de palanque em troca de favores, não seria a marcha para Jesus uma demonstração desse poder? Não seria a forma de muitos lideres evangélicos dizerem: “Olhem quantos nos somos..., não mexam com a gente...”?