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terça-feira, 23 de novembro de 2010

Infelizmente é a realidade...

Assisti o vídeo abaixo com lágrima nos olhos..... Mas é essencial meditarmos e divulgarmos esta mensagem.

sábado, 16 de janeiro de 2010

A verdade não é tão simples......


Já ouvi um pouco de tudo sobre o que aconteceu no Haiti, desde castigo divino (que não pretendo comentar de tão ridiculo que é esta afirmação, muito mais vindo de quem veio..) até da incapacidade de organização dos haitianos.
Aqueles que tem uma visão simplista do mundo e uma visão limitada da história, ou simplismente desconhecimento total da mesma, ficam satisfeitos com estas respostas.... Mas a verdade não é tão simples assim....

Com relação à uma avaliação "teológica" do ocorrido continuo com meu silêncio.

Segue abaixo o texto do site haiti.org.br, para ampliarmos um pouco o real motivo da ampliação da desgraça ocorrida no Haiti.
O que você não está ouvindo sobre o Haiti, mas deveria estar.

Fonte: Opera Mundi

Nas horas seguintes ao terremoto que devastou o Haiti, CNN, New York Times e outras importantes agências de notícias adotaram a mesma interpretação para a grave destruição: o terremoto de 7 graus foi tão devastador porque atingiu uma zona urbana extremamente povoada e pobre. Casas “construídas umas em cima de outras” e feitas pelo próprio povo pobre fizeram da cidade um local frágil. Os muitos anos de subdesenvolvimento e caos político do país fizeram com que o governo haitiano estivesse mal preparado para responder a um desastre desse tipo.

É verdade. Mas essa não é toda a história. O que falta é uma explicação do motivo de existirem tantos haitianos vivendo dentro e nos arredores de Porto Príncipe e de tantos deles serem forçados a sobreviver com tão pouco. Na verdade, até quando uma explicação é dada, muitas vezes é escandalosamente falsa, como o depoimento de um ex-diplomata norte-americano à CNN dizendo que a superpopulação de Porto Príncipe estava prevista pelo fato de que haitianos, como a maioria no Terceiro Mundo, não sabem nada sobre controle de natalidade.

Pode assustar os norte-americanos, famintos por notícias, saber que essas condições que a mídia atribui corretamente ao aumento do impacto deste tremendo desastre foi em grande parte produto da política de Washington e seu modelo de desenvolvimento.

De 1957 a 1971, os haitianos viviam sob à sombra escura de “Papa Doc” Duvalier, um ditador cruel que tinha apoio dos EUA porque era visto pelos norte-americanos como um anti-comunista confiável. Depois de sua morte, o filho de Duvalier, Jean-Claude “Baby Doc”, tornou-se presidente vitalício aos 19 anos de idade e governou o Haiti até que finalmente foi derrubado em 1986. Foi nas décadas de 1970 e 1980 que Baby Doc, o governo dos EUA e a comunidade empresarial trabalharam juntos para colocar o Haiti e a capital do país nos trilhos.

Depois da posse de Baby Doc, planejadores norte-americanos dentro e fora do governo iniciaram seus planos de transformar o Haiti na “Taiwan do Caribe”. Este pequeno e pobre país situado convenientemente perto dos EUA foi instruído a abandonar o passado agrícola e a desenvolver um forte setor industrial de exportação orientada. Ao presidente e seus aliados, foi dito que este era o caminho para a modernização e o desenvolvimento econômico.

Planos da Usaid

Do ponto de vista do Banco Mundial e da Agência para Desenvolvimento Internacional dos EUA (Usaid), o Haiti era um candidato perfeito para uma reforma neoliberal. A pobreza enraizada do povo haitiano poderia ser usada para forçá-lo a trabalhar por baixos salários costurando bolas de beisebol e montando outros produtos.

Mas a Usaid também tinha planos para a zona rural. Não eram somente as cidades que se tornariam bases de exportação, mas também o campo, com a agricultura haitiana reformulada com as linhas de exportação orientada e produção baseada no mercado. Para realizar isso, a Usaid, ao lado de industriais urbanos e grandes proprietários, trabalhou para criar instalações de agroprocessamento, mesmo enquanto eles aumentavam a prática de dumping para produtos agrícolas excedentes dos Estados Unidos ao povo haitiano.

Essa “ajuda” dos norte-americanos, juntamente com mudanças estruturais no campo de maneira previsível, forçaram os camponeses haitianos que não poderiam sobreviver ali a migrar para as cidades, especialmente para Porto Príncipe, onde os novos trabalhos na indústria supostamente estariam. No entanto, quando eles chegaram lá, não encontraram emprego suficiente para todos na indústria. A cidade ficou cada vez mais lotada. As favelas se expandiram. E para satisfazer a necessidade de habitação de camponeses desalojados, casas foram sendo erguidas rapidamente e a um preço mais baixo, algumas vezes “umas em cima das outras”.

Muito tempo atrás, porém, planejadores norte-americanos e elites haitianas decidiram que talvez seu modelo de desenvolvimento não funcionaria tão bem no Haiti, e o abandonaram. No entanto, as consequências dessas mudanças lideradas pelos norte-americanos continuam.

Na tarde e noite de 12 de janeiro de 2010, quando o Haiti vivenciou o terrível terremoto, depois do abalo não havia dúvidas que a destruição foi profundamente agravada pela real superpopulação e pobreza de Porto Príncipe e arredores. Mas os norte-americanos chocados podem fazer mais que balançar a cabeça e, com piedade, fazer uma doação. Eles podem confrontar a responsabilidade do seu próprio país pelas condições de Porto Príncipe que aumentaram o impacto do terremoto, e admitir o papel dos EUA de impedir o Haiti de alcançar um desenvolvimento significativo.

Aceitar a história incompleta do Haiti oferecida pela CNN e pelo The New York Times é culpar os haitianos por terem sido vítimas de um esquema que não foi criado por eles. Como John Milton escreveu, “eles, que tiraram os olhos das pessoas, são aqueles que as reprovam por sua cegueira”.

Carl Lindskoog é ativista da cidade de Nova York e historiador doutorando da City University of New York. Artigo originalmente publicado no site Common Dreams.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Nada consegue explicar uma tragédia....

Nos momentos de grande tribulação ou de acontecimentos que chocam pela sua abrangência e por serem inesperados surge a mesma questão de sempre :

Onde estava Deus ?



Já ouvi e li muitas respostas sobre isso, desde Jon Sobrino no livro Onde está Deus?, em que sugere o partilhar de Deus com aquele que sofre e com aquele que estende a mão, ou seja Deus está no momento da solidariedade.



De algumas vertentes neo-pentencostais afirmando que "é castigo de Deus...".



As que preferem isentar Deus, "o desastre é uma ocorrência natural, muitas vezes causadas pela ação errada e pecaminosa do homem no exercício do seu livre arbítrio...."


Outros dizem apenas que é a "vontade de Deus...."



A pouco lí um texto do Frei Antônio Moser que em determinada parte do seu artigo intitulado "Tragédia em Angra dos Reis: Ò Deus onde estás?" afirma:



"(...)Assim seguramente na tragédia de Angra, Deus não se encontrava ausente, e muito menos quis castigar; simplesmente quis recordar a todos que a felicidade que Ele promete, não se confunde com facilidade , nem com momentos passageiros de bem estar. O verdadeiro Deus não é o Deus da prosperidade. É simplesmente o Deus que nos recorda continuamente que a nossa vida na terra está sempre por um fio.(...)"



E tantas outras.....



Simpatizo mais com algumas respostas do que com outras, algumas me fazem até sentir ojeriza, mas confesso que nenhuma destas respostas traz completa paz ao meu coração, nenhuma delas me responde completamente a pergunta feita, e não sei se alguma pode consolar as famílias ou o que restou de algumas famílias que perderam seus entes queridos...



Posso estar sendo ingênuo teológicamente, pode ser que muitos respondam esta pergunta citando teses ou autores e versículos, mas a minha resposta para esta pergunta seria o silêncio e possivelmente uma lágrima.



Mas apesar do silêncio minha fé continua inabalável, pode parecer paradoxal, mas aprendi do alto da minha insignificância teológica, que há coisas que são melhores ditas, quando não são faladas.


Devemos cultivar um pouco mais de humildade e confessarmos que há muito que não entendemos de Deus e que não sabemos e, não saberemos explicar.



À todos os sobreviventes e famílias da tragédia de Angra fica a minha solidariedade com a sua dor, a minha lágrima e o meu silêncio.


Soli Deo Gloria.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Um pedaço de noite em Gaza....

Esta noite realizei uma pequena e diga-se de passagem, insignificante, experiência. Ao deitar-me confortávelmente em minha cama, no escuro do meu quarto, comecei a pensar como estariam as pessoas em Gaza... apesar do fuso horário, procurei imaginar como seria ser um palestino, com sua família ao deitar-se, para tentar, se possível, descansar um pouco... o medo de uma bomba cair por perto, faria abandonar o quarto e fosse dormir com todos da família em outro cômodo da casa que pudesse oferecer mais segurança... mesmo assim o som e o tremor das bombas que caiam não muito distante não possibilitavam o descanso... o clarão dos incêndios, o som de helicópteros, gritos e o som das metralhadoras... o medo que tudo isso chegasse cada vez mais perto... que repentinamente invadissem a casa e executasse a todos... o medo e a angústia tomam conta... por quanto tempo mais isso iria durar? Minha família sairia pelo menos fisicamente ilesa deste horror? Ao levantar pela manhã e ver o resultado de mais uma série de bombardeios teria vontade de chorar.. ruas antes habitadas, com crianças correndo e comerciantes ganhando a vida, agora um monte de escombros, prédios e casas destruídas, estradas com sinais da destruição, parentes e amigos mortos ou desaparecidos... tudo isso seria meu cenário ao amanhecer....

E ainda pensando nisso adormeci, bem alimentado, em minha cama confortável, com uma noite agradável e silênciosa, mas com um profundo desconforto no peito... O máximo que pude fazer depois desses pensamentos foi uma oração e tentar manter a esperança em nossa raça... humana.....


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terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Dia a Dia em Gaza

Segue abaixo um interessante blog sobre o dia a dia da invasão Israelense em Gaza, vale a pena ver a guerra de outro ângulo.

http://gazatoday.blogspot.com/

Via Pavablog

sábado, 3 de janeiro de 2009

A ONU e a Palestina

Passa ano, vem ano e a humanidade continua a mesma....

Tudo o que vem acontecendo em Israel e em Gaza, ou melhor na Palestina como um todo é fruto de uma decisão tomada pelas Nações Unidas.

"No dia 29 de novembro de 1947, a Assembéia Geral das Nações Unidas aprovou a resolução do estabelecimento de um Estado Judeu em Eretz-Israel; a Assembéia Geral requereu aos habitantes de Eretz-Israel tomarem as medidas necessárias para a implementação desta resolução. Este reconhecimento das Nações Unidas pelo direito de o povo judeu estabelecer o seu Estado é irrevogável." (veja texto completo da Declaração de Independência do Estado de Israel em http://www.fierj.org.br/artigos/declaracao_independencia_israel.htm)

Após o final da 2ª guerra mundial ficou claro que os judeus necessitavam de uma nação onde pudessem se estabelecer e defender-se, não poderia acontecer novamente o que a Alemanha nazista havia feito, e esta decisão tomada pelas nações unidas, estava completamente correta, porém o que é valido para Israel deve ser válido para todo o povo, que pela sua constituição e característica é uma nação.

O grande problema, porém é que ao se criar uma nação em um local que havia mais de um povo vivendo em conjunto, criou-se outro grande problema. Quem já leu alguma coisa sobre o inicio da criação do estado de Israel sabe que esta guerra começou em 29/11/47, sugiro para quem quiser saber mais sobre esta questão leia o livro Ò Jerusalém de Dominique Lapierre e Larry Collins.

Quando as Nações Unidas criaram o estado de Israel, tiraram uma pedra do sapato, mas na verdade colocaram outra, porém essa pedra não está tão fácil assim de tirar, ou será que a ONU vai decretar a criação de um estado Palestino??

Como criar a paz em território com mais de 61 anos de guerra??? Alguém tem idéia???

domingo, 28 de dezembro de 2008

Mais um detalhe na história....

O ataque de Israel aos palestinos na faixa de Gaza daqui a pouco tempo vai ser apenas mais um detalhe na história da humanidade....Assim como as mortes em Darfur, assim como em Ruanda... assim como tantos outros acontecimentos... Dizem que a grande quantidade de seres humanos que habitam hoje este nosso planeta barateiam a vida...em bilhões de pessoas o que siguenificam 100, 200, 1000 ou 100.000 mortes?? Quando a humanidade se restringia em alguns milhões de pessoas cada vida era muito mais preciosa.

Mas essa lógica cruel, fria e estatística não é, e nunca será uma lógica cristã. Apesar da banalidade da vida, apesar de estarmos acostumados cada vez mais com a crueldade e de estarmos ficando a cada dia mais imunes à compaixão, devemos entender que para Deus cada vida é única e o sofrimento de uma pessoa deveria ser o sofrimento de toda a humanidade.

O fato é que como cristãos estamos ficando cada vez mais longe destes ideais.... Estas tragédias não significam nada, o pior podemos ainda defender (assim como foi feito na guerra contra o Iraque) e justificar estes atos de selvageria como sendo de direito divino, afinal a terra prometida ao povo de Israel deve ser conquistada e Deus está ao seu lado... Esta teologia torta, arcaica e ultrapassada infelizmente continua sendo a bandeira de muitos evangélicos, mas nunca será a de Cristãos.

sábado, 27 de dezembro de 2008

Nota do Governo Brasileiro sobre o ataque de Israel à faixa de Gaza.

"O Governo brasileiro acompanhou com apreensão a intensificação do lançamento de foguetes por milicianos do Hamas contra o sul de Israel e recebeu com grande preocupação a notícia do ataque aéreo israelense à faixa de Gaza na manhã deste sábado, que vitimou mais de 150 pessoas e causou ferimentos em outras 300.

A escalada da violência na região após o fim do cessar-fogo entre Israel e Hamas atinge especialmente a população civil e prejudica os esforços em favor de uma solução negociada e pacífica para o conflito israelo-palestino.

O Brasil deplora a reação desproporcional israelense, bem como o lançamento de foguetes contra o sul de Israel.

O Governo brasileiro conclama as partes a se absterem de novos atos de violência e estende sua solidariedade aos familiares das vítimas dos bombardeios desta manhã.

O Governo brasileiro reitera seu entendimento de que apenas a moderação e o diálogo construtivo poderão conferir ao processo de paz o impulso necessário para que avanços efetivos sejam alcançados, nos moldes do pactuado na Conferência de Annapolis."

Ver nota no site do Ministério das Relações Exteriores


Ataque de Israel a Gaza.

Deveria a terra tão rica em tradições religiosas passar por tamanha violência? Ou isso também é parte desta mesma tradição religiosa?
Somente podemos olhar estas cenas com muito pesar no coração... e dizer Deus, não entendemos.... e talvez Deus olhe para nós e diga : Nem Eu.

Veja mais detalhes no Estadão.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Darfur é nada.....

Nesta semana a reportagem de capa da revista VEJA é sobre o genocídio que está acontecendo em Darfur. A repostagem é fantástica e nos coloca um pouco mais próximos da realidade deste país literalmente abandonado.

Depois de ler a reportagem, percebi o quanto estava alienado com relação ao que estava acontecendo, não que fosse totalmente desconhecido, sabia que havia um confronto, que o numero de mortos era muito grande, mas sinceramente isso nunca havia me tocado. É difícil admitir isso, mas era assim que eu via estas informações, com indiferença, mas quando lí a reportagem e busquei um pouco mais de informações na internet não pude deixar de sentir compaixão por aquele povo, por aquele país que está se destruindo.

Mas o que mais chocou-me foi não só a minha indiferença, mas a indiferença do mundo para com Dafur, os grandes governos não tem a menor preocupação com aquilo que está se desenrolando a muito tempo, com as mortes a destruição com o genocidio, com o desrespeito aos mais básicos direitos humanos. Bem, ai eu me dei conta que Darfur não ocupa nenhuma manchete nos telejornais, nem em jornais, apenas agora com a reportagem da revista veja é que o tema volta a tona, mas irá desaparecer na próxima senama.... e as pessoas continuaram morrendo em Darfur, subnutridas, executadas, abandonadas.

Nos ultimos meses vemos que bilhões, trilhões de dolares desapareceram, sumira e a mesma medida está sendo gasta para salvar algumas empresas e o padrão irresponsável de consumismo do povo norte-amenricano e porque não dizer, agora tambem para o povo sul-americano. Trilhões de dolares foram queimados na querra do Iraque, em que o resultado foi somente a desestabilização e destruição de um pais, e tudo isso para quê?? Pelo petróleo, pelo dinheiro e pelo poder, e tudo acabou em nada. A crise financeira destruiu todo um castelo de ideologias e de pregação do evangelho neo-liberal. Os noticiarios anunciam quase o final dos tempos com a grande crise financeira, empresas falidas, desemprego, bolsa em queda, mas nenhuma palavra sobre Darfur...

Darfur é nada. Darfur não significa  nada. Um pequeno pais, pobre, subdesnvolvido,  com "problemas internos" para serem resolvidos como já disse um  presidente americano... Dafur não é uma potencia financeira, militar nem possui um arsenal atômico... Darfur é nada.

Se Adolf Hitler não tivesse ameaçado outros paises com sua supremacia militar, será que alguma nação iria se preocupar com o destino dos Judeus?

A força de paz da ONU colocada em Darfur é completamente inutil e não chega a metade do necessário, enquanto que milhares de soldados, veiculos militares, aviões e navios estão no Iraque. Darfur é nada.

Isso faz pensar o quanto hipócrita somos nós, seres humanos... No mesmo dia que li a reportagem sobre Darfur, assisti em um telejornal (veja que nenhuma palavra sobre Darfur...) uma matéria sobre os "presentinhos" de natal que muitos cachorros , sim cachorro, aquele animalzinho de quatro patas, não certo gênero da raça humana...., estaria recebendo. Uma familia preparou uma cesta de natal para o seu dog... várias guloseimas e docinhos... outra gastou uma fortuna ( mais de dois mil reais) comprando mimos, como uma jaqueta de R$ 400,00 e uma cama (estilo princesinha) de R$ 1.800,00.... amo cachorros, não tenho nada contra eles...mas como ficar sossegado com esses absurdos?? como ficar tranquilo quando a noite  sentado em meu confortavel sofá, assistindo um filme na minha TV de 29', tomando um refrescante sorverte, naquele mesmo instante muitos adultos e crianças dormem no chão sem nada para comer em Darfur? Como ser cristão e achar que tudo isso está certo???

Algo de muito errado está acontecendo com a humanidade.... Mas não deve ser porque Darfur não é nada.....

Para saber mais sobre Darfur leia :

Revista Veja Ed. 2092 anao 41 - nr 51 de 24/12/2008

http://www.savedarfur.org/content

http://www.pordarfur.org/





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