quinta-feira, 18 de setembro de 2008
sábado, 13 de setembro de 2008
Leituras de Sábado
Também reiniciei a leitura da Teologia Sistemática de Tillich, acho uma das melhores TS que tive em mãos, a forma que Tillich contextualiza a mensagem cristã é fantastica, diria até libertadora... se é que me entendem... Estou na página 400, faltam somente 448 pgs... e sei que ao terminar terei que reler toda a obra, Tillich não se absorve em apenas uma dose...rsrsrs.
Na minha lista de leituras ainda estão aguardando a continuidade o Teologia do NT de Bultmann, Teologia sistemâtica, histórica e filosófica de McGrath; Heidegger de Safranski e o 2º volume de Virtudes para ouro mundo possivel - Convivência, Respeito e Tolerancia de Leonardo Boff, o primeiro, Hospitalidade já conclui a leitura, espero começar este segundo volume ainda hoje.
Mais a noite para relaxar, vou rever o filme As Crônicas de Narnia baseado na obra de C.S. Lewis.
Pretendia ouvir a Camerata Antiqua de Curitiba que esteve se apresentando na Capela Santa Maria hoje, mas não foi possível.... gostaria de ir no próximo evento "O Oriente e o Ocidente na Música Medieval" dias 17 e 18 de setembro... vamos ver ser vai dar... Para quem se interessar e for aqui de Curitiba, o espaço cultural Capela Santa Maria fica na Marechal Deodoro da Fonseca, 771, centro, e Thanks ao meu amigo Helder que me deu o folder com a programação de eventos da Capela em 2008. Valeu.
terça-feira, 9 de setembro de 2008
Quando os crentes davam certo .....
(segunda-feira, 8 de setembro de 2008 às 20:03)
| Série |
| Os crentes eram discriminados e perseguidos. Os crentes eram convertidos e conheciam o Plano de Salvação e... os crentes conheciam a Bíblia. Aliás, depois dos epítetos de "novas-seitas" e "bodes" eles eram conhecidos como "os Bíblias". "Fulano é um Bíblia...". Isso porque assim que alguém se convertia, a primeira coisa que fazia era comprar uma Bíblia. O Brasil era um país de uma imensa maioria de analfabetos, e raríssimos católico romanos possuíam uma Bíblia (que eram caras). As edições protestantes, que começaram a chegar regularmente ao Brasil há exatos duzentos anos, com a vinda da Família Real, era a da tradução de João Ferreira de Almeida, e de capa preta. Como ninguém tinha automóvel, lá iam heróicos e orgulhosos, os homens de paletó e as mulheres bem vestidas, com sua reluzente Bíblia de capa preta debaixo do braço, sob os olhares e os murmúrios de censura dos que os viam passar. Gente que não sabia ler levava a Bíblia, assim mesmo, como símbolo, e procuravam aprender a ler, para poder ler a Bíblia. Os novos convertidos eram submetidos, imediatamente, a um curso intensivo sobre as Sagradas Escrituras, aprendendo a distinguir Antigo de Novo Testamento, capítulo de versículo, e livro histórico de livro poético, além de memorizar versículos considerados importantes para o evangelismo e para a santidade. Nos cultos de estudos bíblicos, havia uma espécie de "gincana", para ver quem achava determinado versículo primeiro. As edições protestantes da Bíblia eram queimadas em praça pública por beatos enfurecidos, estimulados por sacerdotes radicais. Tais Bíblias eram consideradas "falsas", e muita gente se converteu por comprá-las por mera curiosidade. Houve casos de que os chamados "colportores" (vendedores itinerantes de Bíblias) que se adentravam no interior do país montados em mulas, deixavam uma Bíblia em um povoado, vila ou cidade, e, regressando um ou dois anos depois, encontravam uma Igreja funcionando, sem qualquer vínculo com organizações, fruto da mera leitura do texto sagrado. Quando se cantava "Minha Bíblia, meu prazer, meu tesouro quero ter" ou "Enquanto ó Salvador teu Livro eu ler, meus olhos vem abrir, pois quero ver", os crentes davam certo... Texto de Robson Cavalcanti - Bispo Anglicano Em http://www.dar.org.br/files/news/news_item.asp?NewsID=4544 |
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sábado, 6 de setembro de 2008
Revolta
A Revolta surge,
Intensifica,
Aflora,
Explode
Recolhe
Encolhe
Maltrata
Quando acolhe,
No peito geme
No punho cerra,
No esforço revive
No final, vinga
E some
Fica a sombra
Do pouco que sobra
Revive
Sem sentido
Incógnita
Acaba
quarta-feira, 27 de agosto de 2008
sábado, 16 de agosto de 2008
Um novo mundo possível.

Sou também por convicção ideológica um anti-capitalista, mas não no sentido de comunista, mas de crítico dos caminhos em que as sociedades lideradas por esse sistema econômico estão nos levando.
O texto Marcio Pochmann " Os retrocessos do atual modelo" publicado no Le Monde Diplomatique (edição de Julho), aponta os verdadeiros problemas que a nossa modernidade nos está levando.
Claro que sou obrigado a concordar que o sistema capitalista possibilitou um avanço em termos de bem estar geral, mas este sistema se esgotou, e esgotou os recursos naturais por isso afirmo que devemos encontrar umanova opção de desenvolvimento, uma opção menos materialista, construir um novo mundo.
Porém deve-se perguntar : isso ainda é posssivel? Não sei.
Esta é a grande incognita, mas de uma coisa eu sei, é cada vez mais urgênte a necessidade de mudanças, se chegarmos a conclusão que é tarde de mais, so nos restarar cruzar os braços e esperar o fim.
Ainda humanos?
É bem provável que a tecnologia esteja nos moldando, a medida que a criamos, i.e. tornamo-nos dependentes dos suplementos tecnológicos que atualmente já parecem fazerem parte de nosso corpo. A tecnologia "amplia" nossos sentidos, novas drogas possibilitam em muitos casos um aumento de nossa capacidade psíquica / intelectual, confesso já ter usado um certo doping intelecutal nos momentos em que era mais exigido...
Como seremos daqui a uns 10 anos ? transhumanos? ....
E o mais importante como serão os nossos sentimentos? Essa missigenação com as máquinas não está nos fazendo mais frios ? Mais próximos delas ? ....
