Artigos

Artigos

sábado, 25 de maio de 2019

Missões no Século XXI, perspectiva e ações


A essência para a evangelização é a compaixão. Há muito nosso evangelismo e nossas missões deixaram a compaixão pelo sofrimento do ser humano, necessitamos de um envolvimento missionário com as necessidades espirituais e sociais, envolver-se com aqueles que estão como ovelhas sem pastor. O Brasil e o mundo vivem hoje uma crise ética nos seus mais profundos setores, sejam político, econômico, social e tantos outros mais. E podemos dizer que o principal e o grande fator que contribui para esse aprofundamento da crise foi e é o afastamento da centralidade de Deus. O ser humano foi gradualmente tirando a centralidade de Deus e focando em si próprio, o homem é o centro.(ROHREGGER, 2012, p. 03)

https://faculdadecristadecuritiba.com.br/storage/2018/11/Numero-2-Marco-2013-Artigo_7.pdf

domingo, 19 de maio de 2019

Reflexões sobre a prudência.



"A prudência por si só não é suficiente para uma virtude, no entanto, nenhuma virtude pode dela prescindir, e ela só pode ser considerada uma virtude quando está a serviço de um fim considerado estimável, pois ao contrário, seria concebida apenas como uma habilidade, por isso Aristóteles afirma que “não é possível ser um homem de bem sem prudência, nem prudente sem virtude moral” (1999, p. 126). A deliberação de modo virtuoso que a prudência nos direciona, não se limita às intenções humanas ao aqui e agora, mas para com todo o reino da biosfera levando em conta as consequências de nossas ações, visto que a prudência, embora não ignore a sua necessidade para o tempo presente, direciona-se também para o depois, o futuro, e este depende de nós para garanti-lo."  (SGANZERLA; ROHREGGER, 2017, p.68)

sábado, 12 de janeiro de 2019

Em tempos de gênios da internet


Há duas formas de você formar a sua opinião:
1- Assistindo um vídeo ou lendo um texto na internet e assumir prontamente que a opinião daquele autor está correta.
2 - Assistindo um vídeo na internet e questionando a opinião do autor, fazendo uma pesquisa própria para verificar se a posição do autor está correta. Para isso é preciso levantar fontes das mais diversas para testar a fundamentação do autor e a partir deste levantamento onde você faz uma contraposição argumentativa, então você pode formar a sua própria opinião.
A grande diferença é que no primeiro caso a opinião nunca será sua de fato, mas você somete será uma caixa de ressonância da opinião de outro.

sexta-feira, 16 de novembro de 2018

Programa Menos Médicos, o Brasil abaixo da ideologia


Resolvi abrir este post com alguns escritos que coloquei no facebook para manter um registo deste debate. 

Acho muito engraçado... O pessoal falando que os médicos cubanos estão trabalhando como escravos aqui no brasil ganhando R$ 3.000,00, se eles são escravos o que são os pacientes que eles atendem e que vivem com menos de R$ 900,00 ?

Você realmente acha que alguém que faz uma proposta que pode tirar 11.000 medicos da noite pro dia do atendimento de pessoas carentes, está preocupado com elas?
Então vamos ver se eu entendi... Para proteger os médicos cubanos das injustiças que eles estão sofrendo vamos mandá-los de volta para Cuba? Háaa vamos oferecer asilo político? E suas famílias ficam em Cuba? Bom parece decisões bem lógicas, mais lógica só se declarássemos guerra a Cuba, e aproveitando o embalo a Venezuela também... Temos que acabar com a URSAL...

Concordo, o erro do PT foi propor este tipo de acordo com CUBA, o problema foi criado pelo PT, isto não há dúvida. Porém temos um problema antigo de conseguir médicos para localidades no interior do país, a grande maioria dos formandos não desejam fazer uma carreira em cidades pequenas, mesmo com salários de R$ 10.000,00 a R$ 15 000,00. Bem este problema herdado não poderia ser desfeito desta maneira, mas sim aos poucos com um planejamento. Uma alternativa seria uma prestação de serviços (lógico que remunerada) por médicos que se formaram com bolsas ou pelo FIES, seria uma retribuição social por 2 ou 3 anos. O problema é que seriam médicos sem experiência e que nem sempre teriam a presença de médicos experientes. O problema é complexo, e agora ficou ainda mais complexo... infelizmente.

Minha fala no vídeo abaixo:




O mais engraçado é que mais de 8.000 médicos trabalhando no Brasil e o Conselho Nacional de Medicina não se pronunciou dizendo que estes estavam tirando a vaga de médicos brasileiros que estavam querendo trabalhar nos municípios interioranos, médicos que estavam sem emprego pro causa desta invasão estrangeira... 
Também é muito comovente ver tantas pessoas preocupadas agora com os médicos cubanos... mas ninguém preocupado com as pessoas que ficarão sem atendimento, traduzindo, não vejo ninguém preocupado com o que vai acontecer com os brasileiros extremamente carentes que ficarão sem o atendimento... Claro você não precisa deste atendimento, não está nem ai para com estes... Outro detalhe, a proposta tão caridosa de acolher os médicos cubanos e pagar o salário para estes diretamente, tão humana, só foi feita por que se sabe que há um contrato entre o Estado Brasileiro e o Estado Cubano para prestação de serviços, os cubanos atuam como prestadores de serviço de um pacote vendido pelo governo de Cuba ao Ministério da Saúde sob intermediação da Organização Pan-Americana da Saúde da Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) e desta forma é quebra de contrato, isto é a proposta só foi feita porque se sabia que não poderia ser aceita. Mas não adianta... só perco meu precioso tempo discutindo isso aqui... não é questão de não entender é simplesmente não querer entender, é questão de defender um ídolo acima do bem e do mal. 


Roberto Rohregger

quarta-feira, 9 de maio de 2018

A DIGNIDADE HUMANA PELO CONCEITO DE BOA MORTE

RESUMO: O presente artigo, tendo como base os livros de Francesc Torralba I Roselló, “Antropologia do Cuidar” e de Rachel Menezes, “Em Busca da Boa Morte”, bem como inserções pontuais de outros autores, tem como objetivo realizar um aprofundamento na compreensão do conceito de boa morte, e a relação com os cuidados paliativos e de suas implicações para dignidade humana na sociedade moderna. Ao entendermos a problemática da morte e do sofrer na atualidade, e a dificuldade de conceituar o momento do fim da vida em decorrência da tecnologização da manutenção artificial da vida compreende-se melhor a necessidade e a abrangência do conceito de cuidados paliativos e suas implicações para uma boa morte.

Palavras Chave: Cuidados Paliativos, boa morte, dignidade

Para Ler mais acesse:

https://teologiaesociedade.weebly.com/uploads/1/4/1/2/14122108/6_a_dignidade_humana.pdf

terça-feira, 11 de abril de 2017

Caminhadas...


Gosto de caminhar... ainda mais quando perto do por do sol, é uma das poucas coisas que me enche de alegria... sinto verdadeira satisfação, não sei absolutamente a razão, mas, fico muito satisfeito. Veja é andar, não correr, não com o objetivo de fazer algum tipo de exercício, que acaba sendo uma consequência. Gosto de andar em ruas calmas, com pouco trânsito, vendo as pessoas chegando em casa, vendo as arvores, que é alias outra fonte de satisfação, sim arvores gosto muito de arvores, suas formas, texturas as plantas que crescem nas arvores, os pássaros.. enfim gosto muito do contato com a natureza.

sábado, 8 de abril de 2017

Nosso eterno problema.....


Entenda uma pequena lição: Enquanto a população for ignorante ela não fará nenhuma revolução, apenas sofrerá revoluções.... Uma explicação da minha frase : o povo não faz revolução, sofre revoluções.... 
Um outro detalhe... nosso problema não são os políticos, eles são a consequência do nosso problema  cultural

domingo, 19 de março de 2017

Vida acadêmica...



Há cerca de 3 anos venho tentando dedicar-me a vida acadêmica de forma mais direta, e hoje isto inclui pesquisas e escrever artigos e também dar aulas, que já fazia a um bom tempo antes. Mas ao entrar no mundo acadêmico de cabeça não fazia ideia dos desafios e esforço que tem de se fazer para manter-se atualizado, de publicar com constância, de galgar publicações em revistas com qualis, de manter o curriculum Lattes atualizado participando de congressos e cursos etc, etc. Muitos conceitos que tinha mudaram, está sendo uma caminhada dura, principalmente em decorrência de ser neófito neste universo e já ter uma certa idade, desta forma o esforço tem de ser dobrado, tenho que apresentar um curriculum que compense esta desvantagem, sei que nestes 3 anos consegui engordar bastante ele, mas ainda falta muito... considero-me de certa maneira um empreendedor neste aspecto.É claro que neste tempo já pensei em desistir, que louco opta pela acadêmia depois dos 40 e no Brasil? Mas sempre tento tirar um pouco mais de energia e digo para mim mesmo... vamos mais uma caminhada, mais uma milha... e assim vou persistindo... O vídeo abaixo é interessante, uma coisa que desde cedo entendi no mundo acadêmico é que a persistência tem um papel vital, e que a recusa ou as correções que recebemos são importantes também e não significa que você não tem qualificação e que nem sempre é em decorrência do seu artigo não estar bom. O importante é receber a critica de forma positiva, deixar a frustração de lado, melhorar o que foi indicado e seguir em frente.