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sábado, 8 de agosto de 2009

Palestra sobre o Influenza A (H1N1) - Parte 1



Palestra sobre o Influenza A (H1N1) - Parte 1 - Palestra informativa do Dr. Newton Duarte, da Secretaria de Saúde do Estado do Paraná, concebida para a Igreja Batista do Bacacheri, Curitiba - PR



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Palestra sobre o Influenza A (H1N1) - Parte 2



Palestra sobre o Influenza A (H1N1) - Parte 2



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Leituras VII

Mais duas leituras interessantes que finalizei esta semana :

Cidade de Ladrões de David Benioff. Fazia um bom tempo que não lia um romance, e este foi um bom livro, leitura fácil e bem elaborada ancorada em uma trama surrealista passada em uma Rússia destruída pelo cerco alemão da segunda guerra. O enredo mostra a construção de uma amizade no mais improvável cenário possível. Mas é muito interessante pensarmos de como nós humanos (será que só a nossa raça?) temos necessidade de construir relacionamentos. Nós cristãos deveríamos ter aprendido um pouco disto com nosso Mestre, um fantástico construtor de relacionamentos.



Outro livro muito bom que lí foi "Coragem - Vencendo as Batalhas mais difíceis da vida" de Edwin Louis Cole. O livro faz-nos refletir na compreensão do que é coragem e como temos necessidade de tomarmos atitudes corajosas para um viver correto. Em uma sociedade que cada vez mais vivemos acuados com receios de tomarmos atitudes que possam fazer diferença, este livro se mostra revelador e muito importante.


O medo e a desinformação.

Tempos de insegurança. Talvez esta seja a melhor definição para a época em que vivemos, e vivemos cercados de medos. Lembro-me que fui assistir o lançamento do filme "O dia seguinte" que relatava como seria a vida, ou o pouco tempo de vida, que os sobreviventes de uma guerra nuclear teriam após o cataclisma. Saí do cinema totalmente abalado, a guerra fria ainda existia e o arsenal nuclear das duas potências nucleares era absurdo, o filme gerou uma certa repercussão mas nada que mudasse a rotina e a alegria da vida.

Isso foi nos anos 80, hoje o arsenal nuclear dos EUA e Rússia ainda dá para destruir a terra algumas dezenas de vezes, mas ninguém mais parece ter medo disso. Talvez porque sabemos que aparentemente não há mais disposição para isso, mas fato é que não há mais um "pânico" nuclear e falar sobre isso hoje até parece um pouco antiquado.

Mas esta era uma das grandes inseguranças daquela época, hoje temos outra, de nome estranho : A(H1N1), um vírus, praticamente invisível, silencioso, mas pelo que pude perceber capaz de gerar mais insegurança e pânico do que as armas nucleares na época da guerra fria, interessante isso.... por que será que o fato de que temos armas que podem destruir a civilização em questão de minutos nos deixa menos apreensivos e paranóicos que o contágio de um vírus?

Penso que a informação nestas situações é de vital importância, ser divulgado as medidas de higiênização, as ferramentas para o combate da doença, isto é qual o remédio que consegue combater e quais as condições que podem levar ao óbito, um sistema de saúde preparado, o fato do Brasil nos últimos tempos não haver passado por uma pandêmia, pelo menos de uma doença nova, prejudicou a ação mais efetiva e a preparação para um surto de emergência, e principalmente informações constantes e transparentes do desenvolvimento da doença.

Talvez o fato de não haver uma divulgação maior da quantidade de vitimas e das medidas que devem ou deverão ser tomadas propiciam para o advento de noticias dramáticas, já ouvi falar em mais de 100 mortes somente aqui em Curitiba, enquanto os registros oficiais não chegam a 35 pessoas no estado do Paraná, de acordo com a Secretaria Estadual de Saúde, 31 pessoas morreram no estado, com 534 casos confirmados em Curitiba, para uma população em torno de 2 milhões de habitantes, não justificaria uma situação de pânico.

Prevenção e cuidados que são divulgados constantemente nos meios de comunicação são necessários e devem ser observados com todo o cuidado e diligência, mas cá entre nós, deveríamos ter mais medo das armas nucleares, ou das balas perdidas para falar de algo bem mais próximo de nós.

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terça-feira, 28 de julho de 2009

Leituras VI

Acabei de ler "Feridos em Nome de Deus" de Marília de Camargo César. O livro é de fácil leitura e profundamente tocante nos relatos de pessoas feridas em nome da religião. É claro que o privilégio de machucar pessoas usando o abuso espiritual, ou assédio espiritual não é de uma religião ou outra em especial, mas é muito triste quando encontramos, em grande quantidade no cristianismo. Assim como o assédio moral o abuso espiritual causa grandes dificuldades para quem é vítima. É evidente os problemas emocionais que causam e principalmente os grandes problemas espirituais e da perda da fé em muitos casos. O livro é um alerta sobre um tema que devemos pensar e discutir muito.

sábado, 25 de julho de 2009

Leituras V

está semana "Homem ao Máximo" de Edwin Louis Cole, um excelente livro para a família, principalmente para homens. Edwin com conceitos simples e claros lembra de muitas coisas que hoje em nossa sociedade, acabamos deixando de lado.


Outro livro que recentemente foi Bioética Clínica, vários autores. O livro trata dos principais desafios da bioética principalmente na medicina e na questão do relacionamento médico/paciente. O livro resgata de forma séria o tema desumanização na medicina, a questão do apoio psicológico e o direito do paciente em decidir os destinos do seu tratamento, ou seja o envolvimento do paciente faz parte do processo de cura. O livro é excelente, deveria ser leitura obrigatória para médicos. A falta de empatia dos profissionais da arte da medicina com os enfermos é alarmante, em uma consulta recente percebi que o médico que atendeu-me gastou mais tempo preenchendo papeis, que não faço a mínima idéia para que servem, do que na consulta propriamente dita. Infelizmente isto está virando uma rotina.

Do Arquivo - Um Novo Mundo Possível

O título deste texto já é muito conhecido, principalmente pelo pessoal que milita contra o capitalismo exacerbado em que vivemos.
Sou também por convicção ideológica um anti-capitalista, mas não no sentido de comunista, mas de crítico dos caminhos em que as sociedades lideradas por esse sistema econômico estão nos levando.
O texto Marcio Pochmann " Os retrocessos do atual modelo" publicado no Le Monde Diplomatique (edição de Julho), aponta os verdadeiros problemas que a nossa modernidade nos está levando.
Claro que sou obrigado a concordar que o sistema capitalista possibilitou um avanço em termos de bem estar geral, mas este sistema se esgotou, e esgotou os recursos naturais por isso afirmo que devemos encontrar umanova opção de desenvolvimento, uma opção menos materialista, construir um novo mundo.
Porém deve-se perguntar : isso ainda é posssivel? Não sei.
Esta é a grande incognita, mas de uma coisa eu sei, é cada vez mais urgênte a necessidade de mudanças, se chegarmos a conclusão que é tarde de mais, so nos restarar cruzar os braços e esperar o fim.

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Tenho pensado ultimamente que, apesar de tudo, alguns aspectos da humanidade realmente são surpreendentes e maravilhosos. Se conseguirmos fugir das garras deste capitalismo selvagem e destruidor acho que temos uma chance de criar uma civilização realmente digna do nome de HUMANIDADE.

terça-feira, 7 de julho de 2009

Leituras IV


Acabei de ler "Por que você não quer mais ir a igreja?". O livro é interessante, a proposta chega a ser um pouco chocante, mesmo para mim que estou repensando a Igreja. Apesar de algumas opções de tradução de alguns termos não muito felizes, o livro prende na narrativa e na proposta que vai se desenrolando a cada página. E é claro que sou obrigado a concordar em alguns aspectos com o que os autores expõem sobre as estruturas disso que chamamos hoje de Igreja. O ditado de que nossas igrejas estão cada vez mais cheias de gente vazia é profundamente atual. É fato que a confusão que fizemos nestes séculos com relação ao termo Igreja também é algo que se perpetuou, transformamos o termo que deveria representar pessoas para representar prédio e estruturas, transformamos relacionamento e afeto em ativismo e moral.... e desta forma diluímos a proposta radical de Jesus e nos acomodamos à estrutura igreja.

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Mal cheiro gospel....


Que o "mundo gospel" não andava muito bem, isso já havia percebido a tempos. Mas com a avalanche de profetas, apóstolos, pai-apostolo, unções e louvores proféticos a coisa começou a feder demais. Basta ler a ultima edição da revista Eclésia (edição nr 135) para se ter uma pequena noção da baderna que se está fazendo em nome de Cristo. Com a matéria de capa intitulada "Escândalos em nome de Deus" a revista dá uma pequena noção dos estragos que os lobos estão fazendo. Desde o "pastor" que manteve relações sexuais com uma menina de 13 anos, afirmando que ela deveria fazer um "sacrifício como o de Abraão" para namorar o seu próprio filho.... até a banda Hillsong supostamente envolvida em desvio de dinheiro e outras coisinhas mais, os criadores do conceito de "adoradores extravagantes" seja lá o que isso significa, e entre estes casos outros mais envolvendo politica, estelionato praticado por "homens e mulheres de Deus".
Recuso-me como já disse várias vezes a chamar a maioria destes movimentos e igrejas criadas por ai de Cristãs. Estamos caminhando para um beco negro onde o nome de Jesus está sendo enlameado e o cristianismo perdendo a credibilidade.
Até quando vamos permitir estes lobos vorazes e sanguináreos continuarem com suas afrontas?

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Do Arquivo II - Igreja reformada sempre se reformando......

É de estarrecer a passividade do povo brasileiro, mais ainda do evangélico brasileiro.

Que luz estamos sendo? Que sal é esse?

Eu digo: A luz está apagando e o sal insosso, não somos exemplo para quase mais nada, a não ser de reacionismo e moralismo barato. Quantas igrejas ou denominações estão se manifestando, com relação aos desmandos dos políticos, da violência? Quantas passeatas para a moralização do congresso? Pela quantidade de marchas pra Jesus, determinando isto e aquilo, as coisas já não deviam estar melhor?? A grande verdade é que o povo evangélico nada mais é do que massa de manobra para alguns lideres inescrupulosos, serve somente para demonstra o poder de grupos e servir como moeda de troca... criou-se novos currais eleitorais, os coronéis dos sertões, foram substituídos pelos coronéis dos púlpitos.

Posso estar sendo duro, mas está é a minha visão, está na hora de uma nova reforma, enquanto há uma mínima esperança de salvação do movimento evangélico, se é que há alguma ainda....

Enquanto nos púlpitos se grita que devemos prosperar, determinar, ou propagar a santidade moralista, a nação está afundando num mar de “lama” ( pra não dizer aquilo que você está pensando...), a grande maioria da sociedade está jogando a ética no lixo, enquanto assistimos os piratas modernos confortavelmente sentados em suas poltronas nas casas de legislação saqueando a nação.

Assistimos passivamente uma juventude se perder, distribuindo violência gratuita, sem rumo, repetindo em suas vidas vazias tudo aquilo que nossos governantes estão cansados de fazer, e esperando o mesmo tratamento, ou seja a impunidade. No meio deste caos, pergunto : Não devia a igreja ser o profeta dos tempos atuais? Não deveria chamar a nação ao arrependimento ? Não deveria apontar o seu dedo para os desmandos dos governantes, que claramente desafiam e menosprezam a Palavra de Deus? Igreja, quer queira ou não, quer acredite ou não, você será cobrada pela sua posição.