quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Edir Macedo e seu Plano de Poder.

Lançado o Livro "Plano de Poder" Deus, os Cristãos e a Política, o autor: Edir Macedo, Bispo Supremo da IURD.

Veja o primeiro capitulo em http://www.thomasnelson.com.br/arquivos/livros/Capitulo_86_95.pdf

Não achei o livro aqui em Curitiba ainda...

Pelo pouco que se apresenta no primeiro capítulo da para ter uma idéia do que vem no resto do livro. Tratando-se de uma denominação forte e com poder, é necessário uma leitura atenciosa do que se encontra em suas páginas, principalmente nas entre linhas.

Muitos homens que assumiram o poder escreveram livros passando sua visão de realidade (inclusive enquanto presos) e a sociedade em geral não deu muita atenção e posteriormente se arrependeu.

Creio que há uma forma correta de apresentar os valores do Reino de Deus para a sociedade de forma política sim, e já faz um tempo que estou pensando nisso, e pretendo escrever mais sobre o assunto. Mas essa apresentação dos valores do Reino de Deus jamais poderá ser feita mediante a força ou sobe o governo teocrático. A questão é mais complexa e séria do que imaginamos.

Bem, enquanto isso vou continuar procurando o livro, estou muito curioso sobre o restante dele. Se alguém souber onde encontrar aqui em Curitiba, me avise... 


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sábado, 13 de setembro de 2008

Para conhecer a estrutura da matéria.....


Excelente material disponível em http://www.sprace.org.br/eem/home/Cartaz

Leituras de Sábado

Hoje aproveitei que não teria compromissos neste final de semana para colocar algumas leituras em dia, assim li o capítulo sobre ética do livro Filosofia e cosmovisão cristã, aproveitando o tema comecei a leitura de "Para a Genealogia da Moral" de Nietzsche, mas a edição que tenho é a da coleção Os Pensadores, que é condensada... acho que vou procurar uma edição completa...
Também reiniciei a leitura da Teologia Sistemática de Tillich, acho uma das melhores TS que tive em mãos, a forma que Tillich contextualiza a mensagem cristã é fantastica, diria até libertadora... se é que me entendem... Estou na página 400, faltam somente 448 pgs... e sei que ao terminar terei que reler toda a obra, Tillich não se absorve em apenas uma dose...rsrsrs.
Na minha lista de leituras ainda estão aguardando a continuidade o Teologia do NT de Bultmann, Teologia sistemâtica, histórica e filosófica de McGrath; Heidegger de Safranski e o 2º volume de Virtudes para ouro mundo possivel - Convivência, Respeito e Tolerancia de Leonardo Boff, o primeiro, Hospitalidade já conclui a leitura, espero começar este segundo volume ainda hoje.
Mais a noite para relaxar, vou rever o filme As Crônicas de Narnia baseado na obra de C.S. Lewis.
Pretendia ouvir a Camerata Antiqua de Curitiba que esteve se apresentando na Capela Santa Maria hoje, mas não foi possível.... gostaria de ir no próximo evento "O Oriente e o Ocidente na Música Medieval" dias 17 e 18 de setembro... vamos ver ser vai dar... Para quem se interessar e for aqui de Curitiba, o espaço cultural Capela Santa Maria fica na Marechal Deodoro da Fonseca, 771, centro, e Thanks ao meu amigo Helder que me deu o folder com a programação de eventos da Capela em 2008. Valeu.

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Quando os crentes davam certo .....

Série: Quando os crentes davam certo (III)
(segunda-feira, 8 de setembro de 2008 às 20:03)

Série


Os crentes eram discriminados e perseguidos. Os crentes eram convertidos e conheciam o Plano de Salvação e... os crentes conheciam a Bíblia. Aliás, depois dos epítetos de "novas-seitas" e "bodes" eles eram conhecidos como "os Bíblias". "Fulano é um Bíblia...". Isso porque assim que alguém se convertia, a primeira coisa que fazia era comprar uma Bíblia. O Brasil era um país de uma imensa maioria de analfabetos, e raríssimos católico romanos possuíam uma Bíblia (que eram caras). As edições protestantes, que começaram a chegar regularmente ao Brasil há exatos duzentos anos, com a vinda da Família Real, era a da tradução de João Ferreira de Almeida, e de capa preta. Como ninguém tinha automóvel, lá iam heróicos e orgulhosos, os homens de paletó e as mulheres bem vestidas, com sua reluzente Bíblia de capa preta debaixo do braço, sob os olhares e os murmúrios de censura dos que os viam passar.

Gente que não sabia ler levava a Bíblia, assim mesmo, como símbolo, e procuravam aprender a ler, para poder ler a Bíblia. Os novos convertidos eram submetidos, imediatamente, a um curso intensivo sobre as Sagradas Escrituras, aprendendo a distinguir Antigo de Novo Testamento, capítulo de versículo, e livro histórico de livro poético, além de memorizar versículos considerados importantes para o evangelismo e para a santidade. Nos cultos de estudos bíblicos, havia uma espécie de "gincana", para ver quem achava determinado versículo primeiro.

As edições protestantes da Bíblia eram queimadas em praça pública por beatos enfurecidos, estimulados por sacerdotes radicais. Tais Bíblias eram consideradas "falsas", e muita gente se converteu por comprá-las por mera curiosidade. Houve casos de que os chamados "colportores" (vendedores itinerantes de Bíblias) que se adentravam no interior do país montados em mulas, deixavam uma Bíblia em um povoado, vila ou cidade, e, regressando um ou dois anos depois, encontravam uma Igreja funcionando, sem qualquer vínculo com organizações, fruto da mera leitura do texto sagrado.

Quando se cantava "Minha Bíblia, meu prazer, meu tesouro quero ter" ou "Enquanto ó Salvador teu Livro eu ler, meus olhos vem abrir, pois quero ver", os crentes davam certo...


Texto de Robson Cavalcanti - Bispo Anglicano

Em http://www.dar.org.br/files/news/news_item.asp?NewsID=4544

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sábado, 6 de setembro de 2008

Revolta

A Revolta surge,

Intensifica,

Aflora,

Explode

Recolhe

Encolhe

Maltrata

Quando acolhe,

No peito geme

No punho cerra,

No esforço revive

No final, vinga

E some

Fica a sombra

Do pouco que sobra

Revive

Sem sentido

Incógnita

Acaba