quinta-feira, 31 de março de 2011

Jordânia exige repatriação da maior descoberta arqueológica cristã da história.

O governo da Jordânia tenta repatriar livros feitos de chumbo que, segundo suspeitas de especialistas, parecem ser os mais antigos da história cristã, tendo sobrevivido quase 2 mil anos em uma caverna do país do Oriente Médio.
As relíquias, que estão atualmente em Israel, poderiam trazer à luz novos dados para nosso entendimento sobre o nascimento do cristianismo e sobre a crucificação e a ressurreição de Jesus Cristo.
O conjunto de cerca de 70 livros - cada um com entre 5 e 15 "folhas" de chumbo presas por aros de chumbo - foi aparentemente descoberto em um vale remoto e árido no norte da Jordânia, entre 2005 e 2007.
Uma enchente expôs dois nichos dentro da caverna, um deles marcado com um menorá, candelabro que é símbolo do judaísmo.
Caverna inundada onde as reliquias foram encontradas.
Um beduíno jordaniano abriu os nichos e o que encontrou ali dentro parece ser uma extremamente rara relíquia dos primórdios do cristianismo.
Essa é a visão do governo da Jordânia, que alega que os livros foram contrabandeados para Israel por outro beduíno.
O beduíno israelense que atualmente guarda os livros nega tê-los contrabandeado e alega que as antiguidades são peças que sua família possui há cem anos.

O governo jordaniano disse que fará "todos os esforços, em todos os níveis" para repatriar as relíquias.
Valor histórico
O diretor do Departamento de Antiguidades da Jordânia, Ziad Al-Saad, diz que os livros parecem ter sido feitos por seguidores de Jesus nas décadas seguintes a sua crucificação.
"Talvez eles sejam mais significativos que os pergaminhos do Mar Morto (relíquias descobertas nos anos 1940 que contêm textos bíblicos)", disse Saad.
"Talvez eles precisem de mais interpretação e conferência de autenticidade, mas a informação inicial é muito animadora. Parece que estamos diante de uma descoberta importante e significativa, talvez a mais importante da história da arqueologia."
Ante alegações tão fortes, quais são as provas?
As "folhas" dos livros - a maioria delas do tamanho de um cartão de crédito - contêm textos escritos em hebraico antigo, a maior parte em código. Se as relíquias forem de fato de origens cristãs, em vez de judaicas, são de grande significado.
Um dos poucos a ter visto a coleção é David Elkington, acadêmico que estuda arqueologia religiosa e líder de uma equipe britânica empenhada em levar os livros a um museu na Jordânia.
Elkington alega que os livros podem ser "a maior descoberta da história cristã".
"É de tirar o fôlego a ideia que tenhamos contato com objetos que podem ter sido portados pelos primeiros santos da Igreja."
O acadêmico diz que as relíquias contêm sinais que seriam interpretados, pelos cristãos da época, como imagens de Jesus e de Deus e da "chegada do messias".
Na "capa" de um dos livros "vemos o menorá de sete ramificações, o que os judeus eram proibidos de representar porque ele residia no local mais sagrado do templo, na presença de Deus", explica Elkington. "Assim, temos a vinda do messias para obter a legitimidade de Deus."
Imagens
Para Philip Davies, professor emérito de estudos do Velho Testamento da Universidade de Sheffield, afirma que a prova mais contundente da origem cristã das relíquias está em um mapa feito da cidade sagrada de Jerusalém.

"Há uma cruz em primeiro plano e, atrás dela, está o que seria a tumba (de Jesus), um pequeno edifício com uma abertura e as muralhas da cidade. Outras muralhas representadas em outras páginas dos livros quase certamente se referem a Jerusalém", diz Davies, que afirma ter ficado "estupefato" com as imagens, "claramente cristãs".

A cruz é o que mais chama a atenção dos especialistas, feita no formato de um T maiúsculo, como eram as cruzes que os romanos usavam para crucificações.
"É uma crucificação ocorrida fora dos muros da cidade", diz Davies.
Margaret Barker, especialista em história do Novo Testamento, ressalta que o local onde acredita-se que as relíquias tenham sido encontradas denota sua origem cristã - e não puramente judaica.
"Sabemos que, em duas ocasiões, grupos de refugiados dos distúrbios em Jerusalém rumaram a leste, atravessaram a Jordânia perto de Jericó e foram para perto de onde esses livros parecem ter sido achados."
Ela acrescenta que outra prova da "proveniência cristã" é que as relíquias são em formato de livros, e não de pergaminhos. "Os cristãos eram particularmente associados com a escrita na forma de livros e guardavam os livros como parte da secreta tradição do início do cristianismo."
O apocalipse se refere a esses textos guardados.

Outro possível elo com a Bíblia está contido em um dos poucos fragmentos de texto que foram traduzidos das relíquias. O fragmento, acompanhado da imagem do menorá, diz: "Devo andar honradamente", frase que também aparece no Livro das Revelações.
Ainda que a frase possa simplesmente significar um sentimento comum no judaísmo, pode também se referir à ressurreição.
Testes
Não está esclarecido se todos os artefatos descobertos são parte do mesmo período, mas testes feitos no chumbo corroído dos livros indica que eles não foram feitos recentemente.
A arqueologia dos primórdios do cristianismo é especialmente esparsa ainda. Pouco se sabe dos desdobramentos após a crucificação de Jesus até as cartas escritas por Paulo, décadas mais tarde.
A história contida nas relíquias parecem ser, assim, a descoberta de maior escala até agora dessa época do cristianismo, em sua terra de origem e em seus primórdios

Fonte: Gerizhvirtual

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Mais uma oportunidade de calar a boca......

O deputado federa e pastor Marcos Feliciano perdeu mais uma oportunidade de ficar de bico calado..... Mas como o povão gosta desse tipo de "teologia" com certeza ele vai continuar juntando multidões para ouvir suas pregações.... As vezes.... muitas vezes parece que o povo cristão tem o mesmo nivel intelectual da plateia do ratinho, se não menor.... Só resta lamentar..... estou ficando profundamente cansado dessas palhaçadas....


Deputado federal diz no Twitter que "africanos descendem de ancestral amaldiçoado"

Guilherme Balza
Do UOL Notícias
Em São Paulo


  • Reprodução/Twitter Mensagem que foi postada no Twitter do deputado Marco Feliciano (PSC-SP) e depois apagada
O deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) afirmou nessa quarta-feira (30), em sua página no Twitter, que os africanos são descendentes de um “ancestral amaldiçoado por Noé” e que sobre a África repousa maldições como o paganismo, misérias, doenças e a fome.
“Africanos descendem de ancestral amaldiçoado por Noé. Isso é fato. O motivo da maldição é polêmica. Não sejam irresponsáveis twitters rsss”, diz a mensagem postada no perfil do deputado --após a reportagem contatar assessoria de Feliciano, a mensagem foi apagada (veja a reprodução na imagem acima).
Na sequência, Feliciano, que é pastor evangélico e empresário, afirma: “sobre o continente africano repousa a maldição do paganismo, ocultismo, misérias, doenças oriundas de lá: ebola, Aids. Fome...”
Antes, o pastor evangélico disse que a maldição sobre a África supostamente provém do "1º ato de homossexualismo da história". "Sendo possivelmente o 1o. Ato de homossexualismo da história. A maldição de Noé sobre canaã toca seus descendentes diretos, os africanos", afirmou também.
Em entrevista por telefone, Feliciano disse que as mensagens foram publicadas por assessores, sem a sua aprovação. O parlamentar afirmou também que não considera as mensagens racistas. "Não foi racista. É uma questão teológica", disse. "O caso do continente africano é sui generis: quase todas as seitas satânicas, de vodu, são oriundas de lá. Essas doenças, como a Aids, são todas provenientes da África", acrescentou.
Hoje, quase 20h depois das declarações, o deputado negou ser racista também no Twitter. "Tenho raízes negras como todos os brasileiros. Bem como dos índios e também europeus! Rejeito essas calunias infames! Aqui não seus desalmados", disse Feliciano.
Marco Feliciano foi eleito deputado federal nas eleições do ano passado, com mais de 211 mil votos, e diz ter 30 mil seguidores no Twitter. "Sou afrodescendente, meu nariz é largo, meu cabelo é crespo. Tenho apoio do líder do movimento dos negros, pastor Albert Silva, de São Paulo", defendeu-se.
Albert Silva, no entanto, nega que apóie Feliciano e discorda das opiniões do parlamentar. "As considerações dele são de foro íntimo. Como pastor negro e militante do movimento negro, eu considero um absurdo essa visão teológica do deputado. Viola o sentido explícito do relato bíblico", afirma.
No perfil do deputado no Twitter, há também várias mensagens direcionadas a homossexuais. O deputado afirma que vários internautas da comunidade gay o perseguem e convoca os “cristãos” a despejarem mensagens nas páginas de seus críticos. Em seguida, o parlamentar listou uma série de usuários do Twitter que supostamente o atacam.

Fonte : UOL

domingo, 27 de março de 2011

Morre José Comblin

Morreu hoje cedo na cidade de Simões Filho, interior da Bahia, o padre belga José Comblin, 88 anos, um dos mais importantes e polêmicos teóricos da Teologia da Libertação, e autor de vários livros, entre os quais A Teologia da Enxada, sobre a vivência cristã e teológica nas comunidades rurais.

Padre Comblin estava dando um curso para comunidades de base em Simões Filho. Foi encontrado morto, sentado, em seu quarto, quando era esperado para a oração da manhã e não apareceu na capela. Ele tinha problemas cardíacos e usava marcapasso. Apesar da doença, parecia bem disposto e estava trabalhando.
Nascido em Bruxelas, em 22 de março de 1923, padre Comblin veio para o Brasil em 1958, atendendo a apelo do papa Pio XII, que no documento Fidei donum (O Dom da Fé) pedia missionários voluntários para regiões com falta de sacerdotes.
Depois de trabalhar em Campinas e, em seguida, passar uma temporada no Chile, foi para Pernambuco, em 1964, quando d. Helder Câmara foi nomeado arcebispo de Olinda e Recife. Perseguido pelo regime militar, foi detido e deportado, em 1972, ao desembarcar no aeroporto de volta de uma viagem à Europa.
Padre Comblin trabalhou posteriormente com d. José Maria Pires, então arcebispo de João Pessoa. Desde o ano passado, morava na cidade de Barra, na Bahia, com o bispo da diocese, d. Luiz Cappio, conhecido nacional e internacionalmente por feito greve de fome em protesto contra as obras de transposição do Rio São Francisco.
De acordo com vontade manifestada aos amigos, padre Comblin será sepultado no Santuário do Padre Ibiapina, no municio de Solânea. Segundo o reitor do santuário, padre José Floren, o teólogo visitou Solânea há uma semana e plantou uma muda de pau-brasil junto à igreja, dizendo que seria uma árvore para fazer sombra no seu túmulo.

Fonte : Estadão

José Comblin, foi um dos grandes teólogos da nossa época, pensador arguto e de uma sensibilidade nata produziu uma vasta obra literária com contribuições significativas para a teologia.  
Segue link de uma pequena amostra do seu pensamento.: Fraqueza de Deus.

Bioética - Indústria farmacêutica e a sociedade enferma.

Entrevista com o Prêmio Nobel de 1983, Richard J. Roberts para o periódico La Vangardia.
A entrevista foi publicada em 2008 e creio que de lá para cá a situação não mudou nada, ou melhor mudou para pior.....


Via La Caja de Pandora

 FÁRMACO QUE CURA DEL TODO NO ES RENTABLE  
Recuperamos un artículo publicado en La Vanguardia el 27-07-2007 ya que ha salido a la palestra recientemente y que consideramos que vale la pena leerlo o releerlo para reflexionar y tomar conciencia y/o consciencia.

El Sr. Josep Pàmies mencionó durante el último congreso de alimentación consciente este artículo de la Vanguardia, lo que sorprende en primer lugar es que un premio Nobel hiciera estas declaraciones acusando directamente a la indústria farmaceutica y a los gobiernos ( cómplices ) de promover la cronicidad de las enfermedades en lugar de su cura y en segundo lugar que lo publicase un periódico de gran tirada como es La Vanguardia.
A Pàmies lo que realmente le sorprendía es que ante tales declaraciones la gente no hubiese salido a la calle para protestar contra las farmacéuticas y contra quienes apoyan tales actuaciones y la verdad es que no recordamos que se hiciera mucho eco de esto más que en diversos blogs alternativos, al menos lo normal hubiera sido que se generara un debate social profundo cosa que no sucedió.

Enlace al artículo original..Aqui
El artículo en pdf aqui
A continuación la transcripción del artículo…
“El fármaco que cura del todo no es rentable”

Tengo 63 años: lo peor de hacerte mayor es que das por seguras demasiadas verdades: es cuando necesitas nuevas preguntas.Nací en Derby: mi padre mecánico me regaló un juego de química… Y aún me divierte jugar. Casado, cuatro hijos; uno, tetrapléjico por un accidente, me anima a seguir investigando. Participo en el Campus Excelencia

-¿La investigación se puede planificar?

- Si yo fuera ministro de Ciencia, buscaría a gente entusiasta con proyectos interesantes; les daría el dinero justo para que no pudieran hacer nada más que investigar y les dejaría trabajar diez
años para sorprendernos.
- Parece una buena política.
- Se suele creer que, para llegar muy lejos, tienes que apoyar la investigación básica; pero si quieres resultados más inmediatos y rentables, debes apostar por la aplicada…

- ¿Y no es así?
- A menudo, los descubrimientos más rentables se han hecho a partir de preguntas muy básicas. Así nació la gigantesca y billonaria industria biotech estadounidense para la que trabajo.

- ¿Cómo nació?
- La biotecnología surgió cuando gente apasionada se empezó a preguntar si podría clonar genes y empezó a estudiarlos y a intentar purificarlos.

- Toda una aventura.
- Sí, pero nadie esperaba hacerse rico con esas preguntas. Era difícil obtener fondos para investigar las respuestas hasta que
Nixon lanzó la guerra contra el cáncer en 1971.

- ¿Fue científicamente productiva?
- Permitió, con una enorme cantidad de fondos públicos, mucha investigación, como la mía, que no servía directamente contra el cáncer, pero fue útil para entender los mecanismos que permiten la vida.

- ¿Qué descubrió usted?
- Phillip Allen Sharp y yo fuimos premiados por el descubrimiento de los intrones en el ADN eucariótico y el mecanismo de gen splicing (empalme de genes).

- ¿Para qué sirvió?
- Ese descubrimiento permitió entender cómo funciona el ADN y, sin embargo, sólo tiene una relación indirecta con el cáncer.

- ¿Qué modelo de investigación le parece más eficaz, el estadounidense o el europeo?
- Es obvio que el estadounidense, en el que toma parte activa el capital privado, es mucho más eficiente. Tómese por ejemplo el espectacular avance de la industria informática, donde es el dinero privado el que financia la investigación básica y aplicada, pero respecto a la industria de la salud… Tengo mis reservas.

- Le escucho.
- La investigación en la salud humana no puede depender tan sólo de su rentabilidad económica. Lo que es bueno para los dividendos de las empresas no siempre es bueno para las personas.

- Explíquese.
- La industria farmacéutica quiere servir a los mercados de capital…

- Como cualquier otra industria.
- Es que no es cualquier otra industria: estamos hablando de nuestra salud y nuestras vidas y las de nuestros hijos y millones de seres humanos.

- Pero si son rentables, investigarán mejor.
- Si sólo piensas en los beneficios, dejas de preocuparte por servir a los seres humanos.

- Por ejemplo…
- He comprobado como en algunos casos los investigadores dependientes de fondos privados hubieran descubierto medicinas muy eficaces que hubieran acabado por completo con una enfermedad.. .

- ¿Y por qué dejan de investigar?
- Porque las farmacéuticas a menudo no están tan interesadas en curarle a usted como en sacarle dinero, así que esa investigación, de repente, es desviada hacia el descubrimiento de medicinas que no curan del todo, sino que cronifican la enfermedad y le hacen experimentar una mejoría que desaparece cuando deja de tomar el medicamento.

- Es una grave acusación.
- Pues es habitual que las farmacéuticas estén interesadas en líneas de investigación no para curar sino sólo para cronificar dolencias con medicamentos cronificadores mucho más rentables que los que curan del todo y de una vez para siempre. Y no tiene más que seguir el análisis financiero de la industria farmacológica y comprobará lo que digo.

- Hay dividendos que matan.
- Por eso le decía que la salud no puede ser un mercado más ni puede entenderse tan sólo como un medio para ganar dinero. Y por eso creo que el modelo europeo mixto de capital público y privado es menos fácil que propicie ese tipo de abusos.

- ¿Un ejemplo de esos abusos?
- Se han dejado de investigar antibióticos porque son demasiado efectivos y curaban del todo. Como no se han desarrollado nuevos antibióticos, los microorganismos infecciosos se han vuelto resistentes y hoy la tuberculosis, que en mi niñez había sido derrotada, está resurgiendo y ha matado este año pasado a un millón de personas.

- ¿No me habla usted del Tercer Mundo?
- Ése es otro triste capítulo: apenas se investigan las enfermedades tercermundistas, porque los medicamentos que las combatirían no serían rentables. Pero yo le estoy hablando de nuestro Primer Mundo: la medicina que cura del todo no es rentable y por eso no investigan en ella.

- ¿Los políticos no intervienen?
- No se haga ilusiones: en nuestro sistema, los políticos son meros empleados de los grandes capitales, que invierten lo necesario para que salgan elegidos sus chicos, y si no salen, compran a los que son elegidos.

- De todo habrá.
- Al capital sólo le interesa multiplicarse. Casi todos los políticos – y sé de lo que hablo- dependen descaradamente de esas
multinacionales farmacéuticas que financian sus campañas. Lo demás son palabras


quinta-feira, 24 de março de 2011

Candlelight - The Maccabeats - Hanukkah




Candlelight
I’ll tell a tale
Of Maccabees in Israel
When the Greeks tried to assail
But it was all to no avail

The war went on and on and on
Until the mighty Greeks were gone

I flip my latkes in the air sometimes sayin ayy ohh spin the dreidel
Just wanna celebrate for all eight nights singin ayy oh, light the candles

We say al hanissim
Oh yea for all eight nights
Then we play dreidel
By the candlelight

And I told you once
Now I told you twice
Bout the miracle
Of the candlelight

They took the field
The rivals thought “are they for real?"
But those macabees they’d never yield
They charged ahead with sword and shield

The war went on and on and on
Until the mighty Greeks were gone

I flip my latkes in the air sometimes sayin ayy ohh spin the dreidel
Just wanna celebrate for all eight nights singin ayy oh, light the candles

We say maoz tzur
Oh yea for all eight nights
Then we play dreidel
By the candlelight

And I told you once
Now I told you twice
Bout the miracle
Of the candlelight

And the great menorah
For eight days it kept on burning
What a celebration
A great return to Torah learning

Cuz I can feel it
And Ay-ay-ay
Nes gadol, nes gadol
Nes gadol hayah sham

I flip my latkes in the air sometimes sayin ayy ohh spin the dreidel
Just wanna celebrate for all eight nights singin ayy oh, light the candles

We say al hanissim
Oh yea for all eight nights
Then we play dreidel
By the candlelight

And I told you once
Now I told you twice
Bout the miracle
Of the candlelight
Lyrics: David Block and Immanuel Shalev
Luz de Velas
Vou contar um conto
Dos Macabeus em Israel
Quando os gregos tentaram atacar
Mas foi tudo em vão

A guerra continuou e continuou e continuou
Até que os gregos poderosos foram embora

Eu lanço minha latkes* no ar as vezes dizendo ayy ohh girar o dreidel*
Só quero comemorar por todas as oito noites cantando ayy oh, acender as velas

Dizemos al hanissim*
Ah sim, todas as oito noites
Então jogamos dreidel
A luz de velas

E eu lhe contei uma vez
Agora eu lhe conto duas vezes
Sobre o milagre
Da luz de velas

Eles ocuparam o campo
Os rivais pensaram "eles são de verdade?"
Mas aqueles Macabeus nunca se entregavam
Eles foram em frente com espada e escudo

A guerra continuou e continuou e continuou
Até que os gregos poderosos foram embora

Eu lanço minha latkes* no ar as vezes dizendo ayy ohh girar o dreidel*
Só quero comemorar por todas as oito noites cantando ayy oh, acender as velas

Dizemos maoz tzur*
Ah sim, todas as oito noites
Então jogamos dreidel
A luz de velas

E eu lhe contei uma vez
Agora eu lhe conto duas vezes
Sobre o milagre
Da luz de velas

E o grande menorá*
Durante oito dias fica queimando
Que celebração
Um grande retorno ao estudo da Torá

Porque eu posso senti-lo
E Ay-ay-ay
Nes gadol, nes gadol
Nes gadol sham hayah*

Eu lanço minha latkes* no ar as vezes dizendo ayy ohh girar o dreidel* Só quero comemorar por todas as oito noites cantando ayy oh, acender as velas
Dizemos al hanissim*
Ah sim, todas as oito noites
Então jogamos dreidel
A luz de velas
E eu lhe contei uma vez
Agora eu lhe conto duas vezes
Sobre o milagre
Da luz de velas
Chanucá (ou "Hanukkah"): Antiocus, rei da Síria, governou a Terra de Israel depois da morte de Alexandre, o Grande. Pressionou os judeus a aceitarem a cultura greco-helenista, proibindo o cumprimento das mitsvot (preceitos) da Torá e forçando a prática da idolatria pagã. Antiocus foi apoiado por milhares de soldados de seu exército. Em 165 AEC, os Macabeus, corajosos lutadores oriundos de uma família de muita fé, os Chashmonaim, apesar do antagonismo esmagador, saíram vitoriosos de uma batalha travada contra o inimigo. O Templo Sagrado, violado pelos rituais greco-pagãos, foi novamente purificado e consagrado e a Menorá (candelabro) reacesa com o azeite puro de oliva, descoberto no Templo.A quantidade encontrada era suficiente para apenas um dia, mas milagrosamente durou 8 dias, até que um novo óleo puro pudesse ser produzido e trazido ao Templo. Em lembrança destes milagres comemoramos Chanucá durante oito dias.(Fonte: PT.CHABAD.ORG)
Al Hanissim: Oração dita em Purim, durante as orações diárias e no agradecimento após as refeições.
Dreidel: O dreidel (Sevivon) é um pião de 4 lados jogado durante o feriado judaico de Chanucá. Cada lado do dreidel possui uma letra do alfabeto hebraico: Nun, Gimel, Hay, Shin, que juntas foram o acrônimo para "(Nes Gadol Haya Sham – "um grande milagre aconteceu lá")
Latkes: É o nome (em ídiche) de panquecas de batata ralada, tradicionalmente servidas na festa judaica de Chanucá.
Maoz tzur: Traduz-se a partir do hebraico como "Rocha Eterna", e é tradicionalmente cantado após recitar as bênçãos de Chanucá e acendendo as luzes de Chanucá.
Menorá: um candelabro de sete braços usado no antigo Tabernáculo no deserto e do Templo em Jerusalém
Torá: é o nome dado aos cinco primeiros livros da Bíblia hebraica, que são os cinco livros de Moisés, ou Pentateuco.

Fonte : http://www.videosvarios.enigmasbiblicos.com/1101.html

segunda-feira, 21 de março de 2011

Re-refletindo.....

O nosso olhar para Cristo sempre foi limitado, normalmente colocamos ou encaramos Cristo como aquele que restaurou o homem. Quando olhamos a obra de Cristo pelo parâmetro do homem condicionamos e limitamos a sua ação ao bem único e exclusivo do homem e sua salvação. 

Este olhar apenas para o homem esquece que o ser humano não é auto-suficiente, e não o é, nem com a obra de Cristo.
 

Cabe-nos então um olhar mais profundo e amplo: “A obra de Cristo é para restaurar a vida, e o ser humano está ai incluído como participante da vida e agente que dá significado á vida.
 Neste sentido o olhar significante do homem é que foi redimido, i.e., passamos a olhar, e entender a vida pelo prisma do novo homem.

Com esse entendimento podemos compreender que somos então agentes que dá significado para a natureza e assim somos chamados a agir.


Está salvação não visa sair do céu (metaforicamente falando ) para a terra, mas terá que ser gerada inicialmente aqui. Está deve ser a utopia cristã, e é claro que como toda a utopia é parcial e falha, mas é uma direção.

sábado, 12 de março de 2011

Igreja Quadrangular de Governador Valadares, diversão garantida.....

O Didi que se cuide.... Os trapalhões gospi estão aí.....Rí muuuuiiiito.....mas apesar de engraçado é profundamente triste..... É deprimente ver no que estão se transformado os ditos "pastores".

Por favor...VOLTEMOS AO VERDADEIRO EVANGELHO....antes que seja tarde de mais.......



Fonte e mais detalhes Genizah

sábado, 5 de março de 2011

Teólogo: Um ser quase impossível


Muitos estranham o fato de que, sendo teólogo e filósofo de formação, me meta em assuntos, alheios a estas disciplinas como a ecologia, a política, o aquecimento global e outros.
Eu sempre respondo: faço, sim, teologia pura, mas me ocupo também de outros temas exatamente porque sou teólogo.
A tarefa do teólogo, já ensinava o maior deles, Tomás de Aquino, na primeira questão da Suma Teológica é: estudar Deus e sua revelação e, em seguida, todas as demais coisas “à luz de Deus”(sub ratione Dei), pois Ele é o princípio e o fim de tudo. Portanto, cabe à teologia ocupar-se também de outras coisas que não Deus, desde que se faça “à luz de Deus”.
Falar de Deus e ainda das coisas é uma tarefa quase irrealizável. A primeira: como falar de Deus se Ele não cabe em nenhum dicionário? A segunda, como refletir sobre todas as demais coisas, se os saberes sobre elas são tantos que ninguém individualmente pode dominá-los?
Logicamente, não se trata de falar de economia com um economista ou de política como um político. Mas falar de tais matérias na perspectiva de Deus, o que pressupõe conhecer previamente estas realidades de forma critica e não ingênua, respeitando sua autonomia e acolhendo seus resultados mais seguros.
Somente depois deste árduo labor, pode o teólogo se perguntar como elas ficam quando confrontadas com Deus? Como se encaixam numa visão mais transcendente da vida e da história?
Fazer teologia não é uma tarefa como qualquer outra como ver um filme ou ir ao teatro. É coisa seríssima pois se trabalha com a categoria”Deus” que não é um objeto tangível como todos os demais. Por isso, é destituída de qualquer sentido, a busca da partícula “Deus” nos confins da matéria e no interior do “Campo Higgs”. Isso suporia que Deus seria parte do mundo.
Desse Deus eu sou ateu. Ele seria um pedaço do mundo e não Deus. Faço minhas as palavras de um sutil teólogo franciscano, Duns Scotus (+1308) que escreveu:”Se Deus existe como as coisas existem, então Deus não existe”. Quer dizer, Deus não é da ordem das coisas que podem ser encontradas e descritas. É a Precondição e o Suporte para que estas coisas existam. Sem Ele as coisas teriam ficado no nada ou voltariam ao nada. Esta é a natureza de Deus: não ser coisa mas a Origem das coisas.
Aplico a Deus como Origem aquilo que os orientais aplicam à força que permite pensar:”a força pela qual o pensamento pensa, não pode ser pensada”. A Origem das coisas não pode ser coisa.
Como se depreende, é muito complicado fazer teologia. Henri Lacordaire (+1861), o grande orador francês, disse com razão:”O doutor católico é um homem quase impossível: pois tem de conhecer todo o depósito da fé e os atos do Papado e ainda o que São Paulo chama de os ‘elementos do mundo’, isto é tudo e tudo”.
Lembremos o que asseverou René Descartes (+1650) no Discurso do Método, base do saber moderno:” se eu quisesse fazer teologia, era preciso ser mais que um homem”. E Erasmo de Roterdam (+1536), o grande sábio dos tempos da Reforma, observava:”existe algo de sobrehumano na profissão do teólogo”.
Não nos admira que Martin Heidegger tenha dito que uma filosofia que não se confrontou com as questões da teologia, não chegou plenamente ainda a si mesma. Refiro isso não como automagnificacão da teologia mas como confissão de que sua tarefa é quase impraticável, coisa que sinto dia a dia.
Logicamente, há uma teologia que não merece este nome porque é preguiçosa e renuncia a pensar Deus. Apenas pensa o que os outros pensaram ou o que o que disseram os Papas.
Meu sentimento do mundo me diz que hoje a teologia enquanto teologia tem que proclamar aos gritos: temos que preservar a natureza e harmonizarmo-nos com o universo, porque eles são o grande livro que Deus nos entregou. Lá se encontra o que Ele nos quer dizer. Porque desaprendemos a ler este livro, nos deu outro, as Escrituras, cristãs e de outros povos, para que reaprendêssemos a ler o livro da natureza. Hoje ela está sendo devastada. E com isso destruímos nosso acesso à revelação de Deus.
Temos pois que falar da natureza e do mundo à luz de Deus e da razão. Sem a natureza e o mundo preservados, os livros sagrados perderiam seu significado que é reensinarmos a ler a natureza e o mundo. O discurso teológico tem, pois, o seu lugar junto com os demais discursos. 

Leonardo Boff é autor de Cuidar da Terra-Proteger a vida. Record 2010

Mais sobre a função de Teólogo AQUI

quinta-feira, 3 de março de 2011

Aos poucos voltando.......


Aos poucos estou voltando das férias... Ainda com aquele sentimento preguiçoso de querer ficar mais, mas a realidade do dia a dia vai se impondo e aos poucos os compromissos e atividades começam a dar suas caras.....

Foram férias realmente muito boas... estava precisando deste tempo de descanso, tanto que nem muito perto dos livros cheguei.... mas, claro alguma leitura fiz, e terminei dois livros dos que estava lendo e recomendo-os, são eles:


Quem me roubou de mim? do Padre Fábio de Melo, 148 pg. da Editora Vida Nova. Livro muito bom, apesar do começo ser um pouco maçante, porém no decorrer da leitura ele o prende, e proporciona uma reflexão muito profícua com relação a construção da personalidade e da nossa formação enquanto pessoa. Livro para ser relido.



Outro livro que terminei foi A doutrina do Choque da escritora e jornalista Naomi Klein, 590 pg. Ed. Nova Fronteira. Livro extremamente bom, essencial para a compreensão da história política-econômica do nosso século. Naomi através de um trabalho árduo de pesquisa apresenta de forma clara os mecanismos através dos quais o neocapitalismo  se impõe no cenário mundial e como o termo "democracia" é usado para justificar sistemas terroristas e opressivos visando unicamente um único objetivo : Lucro.  Recomendo a leitura.

Ok.... por enquanto é isso... Logo estarei postando mais alguma coisa......Vamos lá... que venha 2011 rsrs...