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sábado, 4 de junho de 2016

Meritocracia



Acabei de ler a reportagem da neurocientista Suzana Herculano-Houzel (na revista Piauí de maio) que recentemente mudou-se para os EUA após uma oferta irrecusável de trabalho. A descrição que Suzana faz do nosso sistema acadêmico e de pesquisa é angustiante, não que seja desconhecido, mas perceber as dificuldades que um cientista de ponta enfrenta em nosso país é terrível... O Brasil tem um problema sério com a meritocracia e enquanto ele não resolver isso não teremos um desenvolvimento sustentável. Enquanto os profissionais não forem julgados pelas suas capacidades e pelo seu esforço na busca pelo auto-desenvolvimento continuaremos a ser uma não de terceira categoria.... Sem estímulos não é possível o incentivo pela produção de pesquisa, trabalho exaustivo e de muita dedicação. É necessário o reconhecimento daqueles que se propõe a trabalhar e desenvolver-se. Enfim... o Brasil continua insistentemente marchando na direção errada....

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Palestras e Cursos


Se deseja contratar alguma destas palestras entre em contato : roberto.r67@gmail.com

Para saber mais acesse : http://palestraecurso.weebly.com/



sábado, 13 de fevereiro de 2016

Nova fonte da vida...

Fascinante ! Apesar de descobrirmos tanto sobre a funcionalidade dos genes ainda há mistérios que a ciência não deu conta. Por isso acho muito perigosa a manipulação genética. Ter a consciência e humildade sobre o nosso conhecimento faz com que possamos agir com prudência, e está é a palavra chave. Ciência arrogante é mais propensa a erros.

http://www2.uol.com.br/sciam/noticias/uma_fonte_nova_e_surpreendente_do_codigo_da_vida.html

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

A publicação do Mein Kampf



Volto a afirmar que acho um erro a simples proibição da impressão do Mein Kampf, e explico: Primeiro, este material é facilmente encontrado na internet, na conhecida da grande maioria, imagina na Deep Web, logo está se proibindo a publicação de um material que se obtém facilmente de graça. 
Segundo dada a inutilidade da proibição apenas serve para aqueles que curiosos pela polêmica ou simpatizantes busquem estas fontes alternativas, ou seja, instigou-se a procura pelo livro. 
Terceiro, seria muito mais inteligente (palavra está praticamente incompreensível por grande parte da atual sociedade...) vincular a publicação do livro à edição crítica, isto é, apenas poderia ser publicado o material com a critica histórica/filosófica sobre o material. Isto de fato seria uma grande diferença e de grade utilidade, pois possibilitaria um estudo critico às ideias deturpadas deste sujeito, que poderia desconstruir muitos discursos raciais. Infelizmente a falta de lucidez de muitos juízes somente nos mostra quão distante estamos de uma sociedade que prima pelo conhecimento. 

sábado, 30 de janeiro de 2016

Uma questão de identidade....


A classe média brasileira ainda acha que está neste país por engano, que na verdade eles mereciam estar no paraíso da Europa, de onde por motivos obscuros seus antepassados migraram... Não vêem a hora de voltar ao paraíso perdido, com suas ruas de ouro onde serão acolhidos fraternalmente por seus irmãos de sangue...... longe, muito longe do zé povinho destas paragens.... é talvez seria isto o que está faltando para o Brasil melhorar.... Uma nação somente pode ser construída por aqueles que se sentem pertencentes a uma cultura e a um povo.

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Originais das Escrituras

Com relação aos textos originais acho a pergunta um tanto quanto inocente... digo, não creio que se consiga achar efetivamente o material original, mesmo achando um material compatível com as datas em que se possa afirmar a escrita, e isto sempre ocorre de forma aproximada, assim mesmo não se poderia afirmar que aquele seria "o original".... trabalhar com o passado também na maioria das vezes é trabalhar com aproximações.... e quanto mais distante for este passado maior são as margens relacionadas a datas e eventos.... por isso quando se trabalha com material muito antigo falamos em datas aproximadas...

http://www.biblicalarchaeology.org/daily/biblical-artifacts/dead-sea-scrolls/the-masoretic-text-and-the-dead-sea-scrolls/

Votar, um direito obrigatório.....


Sempre fiquei em dúvida sobre a necessidade  da obrigatoriedade do voto. Já ouvi bons argumentos a favor e também contra e sempre fiquei em cima do muro com relação a definir uma opinião a respeito. Hoje após estarmos com um processo de eleições livres relativamente consolidado este tema volta a inquietar-me.
Atualmente sou propenso ao apoio para que o voto seja de fato livre, não obrigatório, com uma ampla campanha para conscientizar a todos da importância da participação eleitoral. Parece-me que de forma geral não temos muita cultura política, e por vezes vivemos em uma completa alienação relacionada aos processos políticos. 
Creio que chegou o momento de uma ampla revisão e reestruturação do nosso sistema eleitoral. Mas o essencial é a conscientização dos eleitores, a educação é, e sempre será a mais poderosa arma para a justiça e liberdade. 

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

O Evangelho líquido.....


Uma teologia que ignora a dor e o sofrimento e que esta faz parte da vida, inclusive da vida dos cristãos é uma teologia rasa. Pedro nos mostra que os aparentes paradoxos, ocorrem na vida cristão e muitas vezes são necessários,como elemento transitório que nos apresenta uma razão maior. 
Quando o cristão entende que a maior benção que ele poderia almejar já foi conquistada na Cruz, ou seja a redenção o ser humano com Deus através de Cristo, ele passaria entender que as demais bençãos são "Graça acessória" e que se Deus conceder é graça imerecida, assim como a salvação, então amém e se Deus não conceder, também como graça imerecida, amém. 
Quando olhamos boa parte da igreja na atualidade se rendendo ao canto da teologia da prosperidade, confissão positiva e outras aberrações teológicas, minimiza-se a mensagem da cruz, trocando o olhar para a eternidade pelo olhar ao materialismo presente. Troca-se a mensagem principal pela periférica, bençãos materiais para o cristão deveria ser acessório que pode ser dispensado não a roupagem principal da mensagem cristã. 
Este ufanismo cristão ignora o sofrer de Cristo, o sofrer dos discípulos quando pregavam a mensagem do Evangelho, ignoram o sofrer dos primeiros cristãos perseguidos pelo Império Romano, jogados aos leões na arena, mortos ao fio da espada e servindo como tochas para iluminar o jardim do imperador...
Os "pastores" deste Evangelho que propaga que todo o cristão tem de ter vitória total, olhando pelo prisma, e forma, da sociedade consumista e materialista, ofendem e desrespeitam todos estes cristãos que morreram e sofreram por Cristo, inclusive ignoram e desrespeitam o próprio Cristo, que morreu no madeiro junto com ladrões, esquecem que Jesus foi humilhado e envergonhado, surrado e até reclamou de não ter um local digno para descançar... Sua vitória não é pelos padrões deste mundo, o apóstolo já nos oriente "não vós conformeis com este mundo", isto é, não adquiram a forma deste mundo, e o que estamos fazendo quando se prega um evangelho materialista? Focado em obter dinheiro e bens materiais para o nosso deleite hedonista??? 
Que evangelho é esse que prega que na vida não tereis aflições??? que não devemos vencer o mundo ??? Mas aceitarmos e nos conformár-nos a este mundo???
Creio que Pedro atualmente escreveria uma carta muito mais contundente que a que escreveu naquele tempo.

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Um verdadeiro Caráter Cristão



Por vezes adotamos uma aparência cristã externa, agimos, aparentamos e até em muitas questões agimos com um caráter cristão.

É claro que devemos dar exemplo de postura cristã, mas Jesus está mais interessado em nosso interior do que no exterior, isso fica claro quando ele afirmou para os fariseus:

Lucas 11:37-40

“37 Quando Jesus acabou de falar um fariseu o convidou para jantar na casa dele. Jesus foi e sentou-se à mesa. 38 O fariseu ficou admirado quando viu que Jesus não tinha se lavado antes de comer. 39 Então Jesus disse a ele:

- Vocês, fariseus,lavam o copo e o prato por fora mas por dentro vocês estão cheios de violência e maldade. 40 Seus tolos! Quem fez o lado de foram não é o mesmo que fez o lado de dentro?”

Se observarmos os versículos anteriores veremos que Jesus estava falando a algum tempo, possivelmente este fariseu estava ouvindo-o atentamente. E após Jesus finalizar, ele o convidou, juntamente com outros mestres da Lei[1] para jantar em sua casa.

Interessante os conceitos que temos aqui.

Primeiro Jesus foi jantar na casa de um fariseu, sabemos que os fariseus não morriam de simpatia por Jesus, e Jesus sabia disso. Jesus conhecia os conceitos teológicos dos fariseus, principalmente seus rituais, então o que vemos é que Jesus aceita jantar na casa de um fariseu, não se importa com que seus seguidores estarão pensando, Jesus aceitou o convite com naturalidade, e animadamente assim que chegou sentou-se a mesa, a espera do jantar.

Ai está o primeiro choque, o texto diz que o fariseu ficou admirado quando viu que Jesus não tinha se lavado.

A questão de se lavar antes de refeição não tinha um caráter higiénico, para os fariseus era muito mais como observação religiosa, era um ritual[2] para tirar a impureza da pessoa[3]

Essa questão já havia sido levantada com relação aos seus discípulos inclusive, Jesus possivelmente sabia que iria ser questionado novamente.

Nesse momento Jesus identificou a postura do fariseu, e claro expôs novamente o conceito do que mais importante que aparência é a essência. Nada adianta ter a aparência de puro, se o interior não condiz com essa aparência. Para muitos daqueles fariseus, senão para todos, o que mais incomodava era justamente que Jesus não seguia os seus “manuais” mas assim mesmo o povo o via como alguém especial, alguém quem deveriam ouvir.

Aquele fariseu estava sob o peso das convenções religiosas, para ele o ritual, o simbolismo externo assumiu um fim em si mesmo, ou seja, o que fazia sentido era a sua representação externa e não a interna, este é o grande perigo de vivermos um cristianismo institucional.

Deus vê a intenção do nosso coração, além da demonstração externa de religiosidade.

De nada adianta falarmos de caráter cristão se antes não falarmos de experiência interior cristã, e isso parece-me claro uma vez que entendo estarem os dois unidos.

Aquele fariseu convidou Jesus para jantar com ele, esperando que Jesus se adaptasse ao seu modo de viver, mas Jesus não se adapta ao nosso meio de viver, se queremos “Jantar” com Jesus devemos estar preparados para aceitar o que Jesus nos ensina. Se quero ter um caráter cristão tenho que estar preparado para ouvir coisas que não gostaria, por parte de Deus.

Aquele fariseu não necessitava de limpeza externa, de rituais, ele necessitava de transformação interna.

O Moderno cristão aparente.

Hoje vivemos muito preocupados com nossa aparência, diz um ditado que o hábito faz o monge, infelizmente isso é quase um padrão nos nossos dias.

Não necessitamos ser honestos, basta termos a aparência de honestos, (vide nossos políticos) mas o mais grave é que trazemos muito destes conceitos para dentro das igrejas, e para dentro de nossas vidas.

Não estou dizendo que devemos descuidar da aparência, somos regidos por uma certa estética, que não deve extrapolar seus limites, nem pra mais, nem pra menos, tampouco devemos apenas julgar pelas aparências (afinal as aparências enganam).

O que fica claro para nós é que o caráter cristão se forma de dentro para fora e não de fora para dentro, então para ter um caráter cristão devo olhar para o caráter e vida de Jesus. E talvez ai é que comecem nossos problemas, muito do que Jesus fez nos choca, apesar de admirarmos seus atos nossa religiosidade acaba não permitindo que façamos o mesmo. Mais do que formulas quero que façamos uma reflexão, que olhemos para dentro de nós mesmos, e perguntemos: Tenho um verdadeiro carátercristão?

Para responder-mos isso tenho que fazer outra pergunta : Estou mais preocupado com o que Deus quer, ou com o que as outras pessoas esperam de mim? Enfim estou mais comprometido com os valores do Reino de Deus ou com os conceitos da nossa sociedade?

Jesus se apresentou e se apresenta como um paradoxo, i.e. a aparente falta de nexo ou de lógica, algo que contém uma contradição, senão o que dizer do homem que comia com estelionatários, bebia com agiotas e falava para prostitutas, tolerava aparentemente tudo em todos. “Eu não condeno você”, ele ousou falar aos ouvidos da mulher adúltera. O rabi puxava conversa com divorciadas promiscuas, pousava sua mão sobre leprosos de que todos desviavam o olhar e dormia nas camas rendadas de inimigos do povo.[4] Como diz Paulo Brabo em seu texto Em seis passos que faria Jesus[5] :

“O sujeito conseguiu o feito inédito de sustentar a fama de homem de Deus ao mesmo tempo em que abraçava os puxadores de fumo, traficantes, travestis e aidéticos do seu tempo”.

Se estas palavras nos chocam, imaginem então o agir de Jesus em seu tempo. Se estivermos mais preocupados com nossa reputação do que com os valores do Reino, pode ter certeza que ainda não temos um caráter cristão bem formado. E podem ter certeza que estar comprometido com os valores do reino exige sim um grande esforço.

O teólogo Karl Bart em seu livro “Esboço de uma Dogmática”[6], no capítulo 13 intitulado “Nosso Senhor”, afirma sobre a relação entre Jesus e a forma de aceitação do seu discurso pelo homem:

“A existência do homem Jesus Cristo é, em virtude da sua divindade, a decisão soberana sobre a existência de todo o homem. Ela está baseada no fato de que, pela dispensação de Deus este alguém representa tudo e, portanto, tudo está ligado e subjugado a este Alguém. Sua comunidade sabe disso. E é isso que deve ser proclamado ao mundo”.
A Caminhada

Adquirir um caráter cristão, seguindo o modelo de Jesus, não nasce da noite para o dia, muitos acham que podem ser transformados da noite para o dia, creio sim que quando aceitamos a Cristo

opera em nós uma grande mudança interna, passamos a enxergar o mundo e a vida com outros olhos,

sobre o prisma da eternidade e de Jesus, mas isso não dispensa a nossa caminhada e o cuidado com o

nosso ser. Tanto não dispensa que os primeiros cristãos não eram conhecidos como cristãos, mas

eram chamados de os seguidores do caminho, somente isso já demonstra que devemos seguir uma

senda, uma trilha uma direção, que é apontada por Jesus.

Somos bombardeados constantemente com ações da nossa sociedade, em nossos lares poderosos meios de comunicação em massa entram sem pedir licença, via internet, via rádio, via tv este ultimo ainda é o mais avassalador meio de influencia já criado pelo homem, possivelmente a internet irá passar a tv a médio prazo, mas hoje nos somos muito influenciados por esse meio de comunicação, e através dele recebemos os mais diversos conceitos, somos pressionados em nosso trabalho, somos confrontados por nossas necessidades e passamos por um processo de comparação competitiva com outros, cada vez mais somos exigidos como maridos, profissionais, pais, amigos, temos que nos desdobrar para acompanhar o ritmo da vida moderna.

E muitas vezes são justamente estes fatores interiores e sociais que nos tiram o foco e a noção da profundidade do que é ter um caráter cristão. Não é difícil em certas circunstâncias abrir mão de conceitos cristão em prol de alguma necessidade, ou ganho próprio, não podemos esquecer que estaremos sendo provados em nossa firmeza cristã quase que diariamente, e se não tivermos um profundo comprometimento interno com os conceitos cristão, essa troca, de abrir mão destes conceitos para um ganho próprio fica fácil, basta ninguém estar vendo.

Não estou dizendo que não podemos cair, ou perder o alvo de vista, todo este contexto da vida contemporânea nos leva a uma ultima questão:

Até que ponto conseguimos seguir o exemplo de Jesus? Quais são os principais entraves para que cheguemos a estatura de varão perfeito, ao exemplo de Cristo? Hoje, a mais de dois mil anos do nascimento de Jesus, é mais difícil, mais fácil ou igual à sua época para espelhar-nos em sua vida e seguirmos seus exemplos? Até que ponto conseguimos despir-nos dos nossos medos, conceitos e pré-conceitos, até que ponto conseguimos viver sem a opinião de terceiros, sem estarmos constantemente preocupados com o que vão achar de nós, dos nossos atos, das nossas altitudes até que ponto estamos preparados para amarmos uns aos outros, amarmos nossos inimigos, de não acumularmos riquezas, de dividirmos o que temos?

O que Jesus pede de nós, não é simplesmente deixarmos de sermos "humanos demasiadamente humanos", afinal nosso instinto, nosso inconsciente rugem, clamam pela nossa integridade física e moral. Como posso despir-me de todas as garantias de vida, não amealhar fortuna para os tempos em que se faça necessário, dividir ou dar o que tenho para quem tem menos que eu, servir, ao invés de ser servido, humilhar-me ao invés de ser exaltado. E como dói ao perceber quanto estou longe do meu Mestre como é duro saber que ainda somos humanos demasiadamente humanos.

Como seguí-lo, em uma sociedade que lhe mede pela quantidade de bens que se possui, em que ser um fracassado é não possuir riquezas? Jesus enquanto homem vivia humildemente, não tinha sequer um travesseiro para repousar a cabeça não tinha uma montaria para se locomover, a não ser quando lhe emprestavam um burrico, não tinha uma casa, muitas vezes dormia ao relento, Jesus pelos nossos padrões poderia ser considerado um fracassado? Imagine o redentor da humanidade, o Filho de Deus,era um fracasso???

Poucas vezes paramos para pensar o quanto é difícil para nós abrirmos mão do que temos, o quanto nos dói abrir mão de nossas mágoas, de nossas âncoras de tudo aquilo que nos mantém presos a um materialismo mesquinho, o que Jesus nos mostra é o verdadeiro caminho, mas como dói em meu peito constatar que para mim é tão difícil abrir mão de todas as coisas que muitas vezes me afastam deste caminho.

Você já experimentou só imaginar dividindo tudo que você tem inclusive suas roupas seus sapatos, os brinquedos dos seus filhos, as jóias de sua esposa. e ir ao encontro de seus inimigos, seus desafetos, e pedir perdão por tudo que você fez? Você consegue se imaginar repartindo tudo que tem e dividendo com pessoas que moram na favela perto de sua casa? Você pensaria em morar lá para levar os ensinamentos de Jesus para este povo tão carente e sofrido? Você consegue se imaginar amando essas pessoas que em muitos casos não tem água para tomar banho? que sofrem das piores doenças? Que não tem esperanças?

Ah, Jesus! muitos vão dizer que isto é besteira que o Senhor nunca pediu isto, mas Jesus, é vendo tudo o que o Senhor fez, falou e viveu, que eu posso entender o quanto ainda sou humano, demasiadamente humano e quanto tenho que caminhar para poder chegar aos seus pés.

Pr. Roberto Rohregger



[1] Podemos perceber que haviam outros representantes da Lei na casa pelo vers. 45

[2] Marcos 7:3-7

[3] É claro que sabemos teologicamente que Jesus não necessitava de nenhum ritual para purificação, mas também sabemos que Jesus participou de alguns rituais que não teria teologicamente necessidade sendo ele Deus, como por exemplo, o batismo.

[4] Paulo, Brabo – Em seis passos que faria Jesus em www.baciadasalmas.com.br

[5] idem

[6] Barth, Karl – Esboço de uma Dogmática, Ed. Fonte Editorial, pg. 123