segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
sábado, 13 de dezembro de 2008
Um novo desafio...
A outra opção é uma especialização na área de filosofia, mais especificamente em ética ou em bioética... São opções que estou analisando com bastante carinho....
Como estou de férias do trabalho estou dedicando bastante tempo para leituras e estudos, fora a preparação para os testes do mestrado e a elaboração do pré-projeto... Segue abaixo minhas leituras e novos livros que adquiri :
Estou lendo :
Literatura Geral
"A misteriosa Chama da Rainha Loana" de Umberto Eco, muito boa leitura, umberto Eco é de um conhecimento e de uma cultura fora de série.... paguei uma bagatela neste livro.
Teologia
Para o Mestrado:
"Teoria do Método Teológico" - Clodovis Boff, há tempos queria ler esse livro, agora tenho a oportunidade, estou gostando muio, aforma clara e didática de Clodovis faz com que a leitura transcorra sem dificuldades.
"A Pastoral dá o que pensar " - Agenor Brighnti - Ainda não inicado.
"A Teologia do Seculo XX" - Rosino Gibellini - Ainda não iniciado.
"Introdução a Teologia da Missão" - Paulo Suess - Ainda não iniciado.
" O pentateuco" - Felix Garcia Lópes - Exelente livro de introdução, bem técnico mas muito esclarecedor, principalmente com relação as principais correntes de interpretação do pentateuco.
Continuo com a leitura do O Sagrado e estou iniciando "A Religião nos Limites da Simples Razão" de Kant e "Psicologia e Religião Oriental" de Jung, como já havia relatado.
Em paralelo estou fazendo algumas pesquisas em fenomenologia em Hussel, e Scheler.... tenho como ponto de partida a leitura do volume 6 da História da Filosofia (De Nietzsche à Escola de Frankfurt) de Giovanni Reale e Dario Antiseri, está séria (que tenho apenas 3 volumes ainda, 1,2 e 6) é fantastica, extremamente bem elaborada e fundamental para a introdução a qualquer esquema de filosofia.
Continuo lendo a biografia filosofica de Heidegger, que é muito boa também, Rudiger consegue introduzir o leitor no contexto filosofico da época de Heidegger, o que abre uma gama de conhecimento, não só do filósofo e sua linha de pensamento, mas bem como da historia da filosofia de sua época.
E claro não desisti da TS de Tilich, já fiz muitos comentários sobre essa obra fantástica, e cada página que avanço, considero-a melhor ainda.
Bem, por enquanto é isso.... Nos próximos dias vou estar bem ocupado.... ainda bem que tem as férias....
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segunda-feira, 24 de novembro de 2008
Do arquivo - As crises e os profetas.
Quando olhamos a história de Israel vemos que este povo passou crises tão grandes ou maiores que as vivemos hoje. Em vários momentos da narrativa bíblica podemos constatar toda a sociedade israelita corrompida, desde os altos escalões da administração publica, a começar com o rei, até ao mais simples representante do povo, que ao ver os exemplos da classe dominante assimilava rapidamente os seus conceitos como forma de adaptação e sobrevivência. Mas sempre havia setores da sociedade que não aceitavam tão passivamente esta acomodação a valores antibíblicas que corrompiam a sociedade e afastavam cada vez mais dos planos de Divinos. E quando todos achavam que estavam protegidos pela muralha da indiferença, Deus levantava um profeta para confrontar a sociedade. Muito das exortações destes homens estão gravadas até hoje na Palavra como alerta para o povo. Estes homens imbuídos de uma visão clara e da mensagem de Deus não tinham receio de se levantar e colocar em risco a sua própria vida, sua mensagem era dura e direta.
Hoje vivemos tais crises, o afastamento gradativo e constante dos valores da sociedade dos valores éticos constantes na Palavra de Deus, e parece que todos estão caminhando sem que ninguém os alerte para a proximidade do precipício. Diferente dos tempos bíblicos hoje já não se levantam mais profetas, pelo menos não como os que vemos na Bíblia, grande parte da igreja hoje se acomodou dentro das suas estruturas e estabeleceu seus limites, os profetas do AT não tinham essa limitação alertavam a sociedade sobre todos os seus erros, sejam espirituais ou materiais, falavam da idolatria, falavam da exploração do pobre, falavam da falta de caráter dos seus lideres. Hoje nossas igrejas querem prosperar, querem ser medidas por padrões que imperam na sociedade, já não queremos confrontar os valores do “mundo”, queremos competir com o mundo, queremos nos comparar com o mundo, queremos ser medidos por seus valores, não importa se estão corretos ou não.
Esta igreja é uma igreja morta, vazia, não impera o “não se conformeis”, não é uma igreja profética, até o termo profético ficou desgastado e vazio, apenas palavras de ordem, determinando e exigindo de Deus, o que supostamente seria o direito de seus filhos, a fé foi reduzida à moeda de troca no grande mercado de bênçãos.
Necessitamos urgentemente de líderes com coragem suficiente para apontar os erros da sociedade e, principalmente entre o próprio povo de Deus. Lideres que não tenham receio de por sua cabeça a prêmio, sabendo que “se Deus é por nós, quem será contra nós?”, lideres que tenham a coragem de serem verdadeiros profetas da Palavra de Deus. Já é tempo de se levantar os verdadeiros profetas.
A nossa sociedade clama por mudanças e alternativas ao que se apresenta : violência e indiferença; a igreja foi, é e sempre será agente de mudanças, mas para isso necessitamos de líderes fiéis e comprometidos com o Reinado de Deus.
sábado, 1 de novembro de 2008
Leituras de Sábado
Paul Tillich, Teologia Sistemática, pg 406
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domingo, 26 de outubro de 2008
Perguntas......
Está pergunta deve estar presente em nossas mentes todos os dias.
Logo depois desta pergunta vem outra : e o que é o "certo?"
Bem, muitas vezes descobrir o certo requer que eu descubra o quanto sou honesto comigo mesmo.....
sábado, 25 de outubro de 2008
Desabafo.....
Mas principalmente porque creio que este modelo e seus valores são antagônicos ao cristianismo. O amor ao dinheiro é a raiz de todos os males... isto esta cada vez mais claro, era assim a mais de 2000 anos atrás e é assim hoje também.
Afirmo taxativamente, baseando-me nos ensinos de Jesus o Cristo, que a busca pela riqueza é um vício e desta forma é um pecado, no sentido de afastar-nos de Deus e de apresentar um valorização distorcida do ser humano e da vida.
Sei que muitos não vão gostar destas palavras, mas estou cansado de meias palavras, falar com cuidado para não ferir o “status quo” religioso.
A teologia da prosperidade é uma farsa e não merece ser chamada de ensino cristão, tampouco os que a pregam de seguidores do caminho. Hoje mesmo tive o desprazer de assistir parcialmente a uns três programas “evangélicos”, onde se oferecia perfume ungido para fisgar namorado, onde se ensinava a determinar e outros amuletos, mas não ouvi em nenhum momento falarem de Jesus. Gritos, palavras de ordem e sermões vazios, amuletos, compra de bênçãos, desejo de poder, e riqueza, eu pergunto qual a diferença da igreja católica da época de Lutero, para as igrejas que oferecem estas “relíquias”???
Não estou fazendo apologia a pobreza e miséria, como muitos podem afirmar, mas a volta para valores simples do cristianismo, mesmo porque o juízo sobre a nossa forma de viver está chegando, e a conta mais cara será paga pelas próximas gerações.
Nossas igrejas estão cheias de gente vazia.... o cristão está conformado a viver na mediocridade, isto é ir levando a vida. Vou ao culto no fim de semana, buscar a minha benção, e depois volto para casa sem fazer diferença nenhuma, fazemos cultos de jovens para seu entretenimento, mas não os ensinamos a fazer diferença, a terem uma posição critica, os criamos em uma bolha de vidro....
Não estou generalizando, mas a grande maioria das igrejas são assim... e eu estava sentindo necessidade de desabafar.....
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
domingo, 12 de outubro de 2008
Sugestão
A forma didática e clara que o tema é apresentado favorece a compreensão de itens fundamentais para a filosofia e para a própria teologia, tais como a questão da liberdade e a formação do ser, ou melhor adentrando na concepção do existêncialismo o vir a ser, está abordagem existencialista da realidade e suas consequências no campo da ética deveriam ser melhor trabalhadas e analisada pela teologia, todas as grandes questões tratadas na palestra e que cominam na questão do mal estar diante da liberdade e seus reflexos em nossa sociedade consumista e padronizada, podem e devem ser tratadas na perspectiva do cristianismo. Está é uma ótima área de pesquisa.
Fica a sugestão. Pessoalmente o tema chamou minha atenção, principalmente com relaçao ao vinculo da ética e da liberdade que é uma linha de pesquisa que estou começando a dedicar-me.
domingo, 5 de outubro de 2008
Ter menos....
Qual a resposta que podemos dar para isso? Como devemos nos posicionar como cristãos?
Ter menos, esta é a resposta. Chega de consumirmos coisas que não temos realmente necessidade, chega de termos um monte de bugigangas, chega de termos um monte de coisas inúteis, chega de trocarmos de coisas todo ano.
Chega de vivermos para termos mais coisas... Eu digo que quero ter menos coisas... Não quero ser medido pelas roupas que tenho, não quero ser medido pelo carro que tenho, nem pela casa que tenho. Não quero ser medido pelo quanto eu tenho de conhecimento, quero ser medido pelo que sou.
Como cristãos devemos tomar uma posição clara com relação aos sistemas econômicos e políticos que promovem a opressão.
O vídeo abaixo, apesar de um pouco longo, vale a pena ser assistido e devemos refletir sobre esse assunto com seriedade.
A história das coisas
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