sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Pastorear, uma prática esquecida....

A ação de pastorear é algo que deve ser exercido com amor, cuidado e dedicação, não pode se resumir a presença pastoral no domingo diante do púlpito, na apresentação da Palavra, esta é uma das atribuição do pastor e do pastoreio. 

O pastoreio exige um envolvimento com o indivíduo de forma tal que não somente o pastor conheça a ovelha, mas esta reconheça e conheça seu pastor, assim Jesus apresenta-se como pastor que é conhecido pelas suas ovelhas e por isso elas não seguirão outras “vozes”.  

O Pastor é aquele que deve oferecer orientação, cuidado, proteção, orientação, compromissado com as necessidades da comunidade e do individuo, assim Davi nos apresenta Deus como pastor, Ele é o pastor, que conduz e protege, Nele nada me fará falta, me provem tudo que necessito, orientador e animador, na sua direção confio, sua bondade e amor sempre são presentes. 

Desta forma Deus é nos apresentado como o mais alto grau de Pastor e indica o modelo ideal de pastoreado. Claro que um modelo a ser perseguido e sempre incompleto enquanto exercício humano. Por isso faz-se necessário a dependência do pastor do Espírito Santo, como orientador em todos os aspectos pastorais. 

E é sempre com o exemplo de Jesus que em ultima análise exerceu o modelo pastoral de forma completa é que se deve exercer a função ministerial, e somente neste exemplo que podemos entender a função de servo e através dele é que podemos julgar a missão da Igreja no mundo. 

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