sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Estou lendo.

 Leituras em andamento .....



Pensando o Futuro...

Como convencer uma sociedade que nos últimos séculos tem sido ensinada o egoismo, que agora ela deve se preocupar não somente com aqueles que estão ao seu redor hoje, mas com as gerações futuras?
Este é um trabalho difícil, e devemos começar pela desintoxicação do capitalismo.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

A isto eu chamo de civilidade....

Pena que para o Brasil isso vai demorar muito.... se um dia acontecer....
Uma cidade planejada, com cidadãos comprometidos...

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Jesus Christ is Lord

Morro de medo da extrema direita americana fanática.... Misturando religião, política e messianismo...

Leonardo Boff em entrevista Rede TV

Liberdade e a construção do Futuro...


O ser humano é livre, o futuro está aberto para sua construção. Podemos entender, e devemos concluir que o ser humano é o agente da história, ou seja é através dos seus atos, políticos, científicos, sociais e intelectuais que a vida se desenrola, o ser humano é ator, não expectador seja da sua vida , seja dos caminhos que a humanidade toma, seja das conseqüências individuais de cada ato pessoal.
 Junto a esta liberdade está atrelada a ética, uma vez que o ser humano é um ser comunitário suas relações passam obrigatoriamente pela ética, diferente seria se este ser vivesse isolado do contato de outros seres, a ética nasce dos relacionamentos.
 E esta liberdade que é inerente ao homem e que tem origem divina, exige um  relacionamento ético, tanto no relacionamento com o próximo, seja na concepção de relacionamento com Deus.
 E este relacionamento tem um objetivo, uma meta, um desejo e não raras vezes conflitante, entre Deus e o ser humano. É o desejo na construção do futuro objetivado por Deus,  que se baseia este relacionamento livre, e sendo livre implica em desconhecimento deste final, não o final da história como patamar para um novo começo, mas o desconhecimento da forma como esse relacionamento irá se desenvolver.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Os Manuscritos do Mar Morto.

O Google disponibilizou nesta segunda feita os manuscritos do mar morto digitalizados, confira no vídeo abaixo, para os apaixonados por teologia, história bíblica é simplesmente fantástico:






Sou fã do Google.

Site com as informações : http://dss.collections.imj.org.il/

sábado, 24 de setembro de 2011

We Need Courage


por Leonardo Boff
One of the most important Brazilian religious figures of the XX century, Cardinal Paulo Evaristo Arns,from São Paulo, celebrated his 90th birthday this past September 14th. He was my teacher when He came back from the Sorbonne, in Agudos, Sao Paulo, when I was still wearing shorts, and after that, in Petropolis, Rio de Janeiro, when I was already a friar, professor of Liturgy and of theology of the Fathers of the Early Church. He demanded that we read them in their original languages, Greek and Latin, which instilled in me a profound love for the classics of Christian thinking. Later, he was elected auxiliary bishop of Sao Paulo. To protect him, because he defended human rights and –at the risk of his own life– denounced the torture of political prisoners in the dungeons of the organisms of repression, Pope Paul VI made him a Cardinal.
Prophetic, but as gentle as a Saint Francis, he always maintained the dimension of hope, even during the long night of the dictatorship. Everyone who saw him could hear, without fail, as I did, these firm and strong words: «courage, always forward, from hope to hope.»
Valor, or courage, it is an urgently needed virtue at present. I like to seek the deepest meaning of human values in the wisdom of the original peoples. This is why, at the Earthcharter gathering celebrated in The Hague, on June 29, 2010, where I actively participated alongside Mercedes Sosa, when she was still alive, I asked Pauline Tangiora, an old Maori woman from New Zealand, what was to her the most important virtue. To my surprise, she said: «courage». I asked her again: «why exactly courage?» She replied:
«We need courage to stand up for what is right where injustice reigns. Without courage we cannot reach the top of any mountain; without courage you can never reach the depth of your soul. To face suffering, you need courage; only with courage you can lend a hand to and lift a fallen one. We need courage to raise sons and daughters for this world. To find courage we have to unite with the Creator. It is the Creator who elicits from us the courage to struggle for justice.»
This is the courage Cardinal Arns instilled in all who strongly opposed those who stole democracy from us, and who detained, tortured and murdered, in the name of the Security of the National State (in reality, in the name of the security of capital.).
I would add: we need courage today to denounce the mirages of the neoliberal system, whose theses have been thoroughly debunked by the facts; courage to recognize that we are not headed for an encounter with global warming, but that we are already within that global warming; courage to show the causal links between the undeniable extreme events, the consequences of this global warming; courage to show that Gaia is seeking her lost equilibrium, which may result in the elimination of thousands of species and, if we are not careful, also the elimination of ours; courage to denounce the irresponsibility of those who make decisions, who still continue with the vain and dangerous objective of growth and more growth, taking from the Earth goods and services she can no longer replenish and thus weaken her, day after day; courage to recognize that the refusal to change the paradigm of the relationship between the Earth and the means of production will unfailingly lead us down a path of no return, thereby endangering our civilization; courage to undertake the option for the poor and against their poverty and in favor of life and justice, as the Church of liberation and Don Paulo Evaristo Arns do.
We need courage to say that Western Civilization is in mortal decline, unable to offer an alternative to the process of globalization; courage to recognize that the strategies of the Vatican to regain the Church’s lost visibility and credibility are illusory, and that the media-churches are reducing the message of Jesus to a cheap sedative to banish the realities of the poor from their consciences, in a shameless process of childishness of the faithful; courage to declare that a humanity that had come to see God in the universe, the carrier of conscience and responsibility, can still rescue the vitality of Mother Earth and save our essay of civilization; courage to affirm that, taking everything together, life has a greater future that death, and that a small ray of light is more potent than all the obscurity of a dark night.
To declare and to denounce all this, as Cardinal Arns and Indigenous Maori Pauline Tangiori did, we need courage… Lots of courage.

"Lendo" Caravaggio

Em uma manhã de sábado em que não estou com a mínima vontade de seguir meus compromissos (estudar e fazer as atividades do módulo da pós, por exemplo) , resolvi flanar levemente ouvindo música e aleatoriamente pequei um livro da minha estante de obras sobre arte, e o acaso me brindou com o volume da coleção da Folha "Grandes Mestres da Pintura" sobre Caravaggio. 


Homem fruto de sua época, de grandes confrontos religiosos (a contra-reforma estava a todo vapor) Caravaggio teve a coragem de impor sua obra, mesmo a contra gosto de alguns religioso que viam em suas pinturas uma mundanização do sagrado. 

Ao observarmos com mais detalhes algumas de suas obras, vemos um olhar profundo sobre o ser humano, uma vivência entre aqueles em que a deusa fortuna não se fez presente, o traço marcante dos retratos que Caravaggio compôs em muitos casos a essência contrastante do ser humano, o indivíduo entre o humano e o divino. Não há como olhar seus quadros de forma insensível, Caravaggio consegue fazer com que haja uma transferência do sentimento representado no quadro para o observador, e isto vai além da estética. 

Para quem deseja conhecer um pouco mais sobre este grande mestre da pintura : 


sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Bento XVI e os protestantes....

Um passo tímido, mas um passo...



Uma maior integração entre a Igreja Católica e Protestante passa por uma série de questões que tem de ser levadas em conta... não é algo simples.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Por uma ética Mundial.


“A ética  enfrenta o mais estimulante desafio da história, devido a condição inédita criada ela globalização. A ética só poderá sobreviver socialmente :
-         se chegar a ir ao encontro dos homens e das mulhres de hoje, convidando à procuar leal de uma ética , bem definida, rigorosa na análise e na demonstração; ela há de estar igualmente aberta ao diálogo e à discussão, atenta às doutrinas, ás ideologias religiosas ou leigas.
-         E este encontro com a sociedade em marcha só se realizará se o ela de uma ética pensada e elaborada com plna racionalidade buscar a universalidade do humano, no respeito ao caráter contextual dos sistemas e das situações.”
  
Carlos Josaphat - Ética Mundial – Esperança da humanidade parte IV pga 507, cap 13;

Fragmentos... Luz e Sal o viver ético cristão


Cabe a Igreja, como Corpo de Cristo, a salvaguarda de uma ética e moral cristã, mesmo em um mundo pós-cristão, diga-se ainda mais em um mundo pós-cristão. A Igreja tem a responsabilidade para com o mundo, para que haja a oportunidade da apresentação do evangelho. Pode acontecer em um mundo relativizado que a simples pregação das boas novas seja inaudível, pois já não se crê em uma ética universalista. 
Já não estamos praticamente nesta época? 
Talvez a luta do Papa Bento XVI contra o pós-modernismo tenha um pouco deste sentido, porém ele mesmo não relativiza a ética "dentro de casa"?
E nós protestantes pós-modernos, que a tempos deixamos de protestar? 

Sofrimento pela Justiça. Ética Cristã


“ “Bem aventurados os perseguidos por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus” (Mt 5.10). Não se fala aqui da justiça de Deus e, portanto, não da perseguição por causa de Jesus Cristo; são bem –aventurados os perseguidos por uma causa justa – e, podemos acrescentar, por uma causa verdadeira, boa, humana (cf, 1 Pe 3.14 e 2.20). Com esta bem aventurança, Jesus contesta veementemente a errônea timidez daqueles cristãos que evitam todo o sofrimento por uma causa justa , boa e verdadeira, a estreiteza, portanto, que coloca sob suspeição qualquer sofrimento por uma causa ajusta e dele se distancia, alegando que só poderiam ter consciência limpa num sofrimento por causa da explícita confissão de fé em Cristo.”

                                                                              Ética – Dietrich Bonhoeffer -  pg  38 – Cristo e os bons. 

domingo, 18 de setembro de 2011

Dica

Ótima matéria na Folha de São Paulo (18/09) no caderno Ilustríssima sobre O sonho de Descartes, vale a pena conferir.

sábado, 17 de setembro de 2011

Homo faber


Quando o homem aceita participar da construção do futuro que Deus planejou para a humanidade, cria-se, baseada na livre aceitação, a interdependência. 
O homem e Deus aceitam que para a construção deste futuro existe essa dependência mutua, o homem crendo em Deus, e crendo na esperança apontada por Deus, e Deus esperando que o homem siga seus preceitos para a construção deste por-vir.

Eu sei, mas não devia, e não devo....


Creio que não ficar conformado com as coisas como elas são, por mais que a grande parte das pessoas digam que “é assim mesmo..,”. Vejo muitas pessoas que questionam a letargia das outras pessoas, mas quando é consigo mesmo mudam de opinião na hora, é o famoso dois pesos para duas medidas.... Tenho pensado muito nisso nos últimos meses, e entendo que o primeiro passo é sair da “zona de conforto”, e isto significa assumir alguns riscos, mas na verdade não dá para crer em Deus sem assumir riscos.

É muito mais confortante deixar tudo como está, seguir o fluxo e ver até onde isso pode nos levar, mas isso representa também deixar a oportunidade de levar uma vida significante, para consigo mesmo e para as outras pessoas.

Está mais do que na hora de sair deste conformismo, não aceitar as coisas como são simplesmente porque sempre foram assim.

Algo que tenho aprendido e que tenho apreendido é que sou o grande responsável pela minha vida e pela forma como a conduzo.  Não dá para ficar pondo a culpa “no sistema”, se não levantar e me posicionar eu também contribuo para este sistema. 




sexta-feira, 16 de setembro de 2011

O Evangelho - Grupo Logos

Mensagem clara e simples com qualidade....

OS FINS E OS MEIOS....



É possível fazer muitas coisas erradas com a motivação certa..... Para o cristão os fins NUNCA justificam os meios.... NUNCA!!!!

Indignação de Sofá.



Nos acostumamos a viver em casas cheias de trancas e grades e o anormal é quem não providencia estes itens de segurança...Vivemos o conformismo da "indignação de sofá" quando vemos alguma notícia alarmante na televisão, balbuciamos algumas palavras e ação mais significativa que tomamos é mudar de canal. Infelizmente a Igreja vive a mesma letargia.



O poema da poetisa Marina Colasanti  expressa exatamente como se vive hoje...e infelizmente pude me ver refletido nele também. 



EU SEI, MAS NÃO DEVIA

Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.
A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos
E a não ter outra vista que não seja as janelas ao redor.
E porque não tem vista logo se acostuma a não olhar para fora
E porque não olha para fora logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas.
E porque não abre as cortinas logo se acostuma acender mais cedo a luz.
E a medida que se acostuma esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão
A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora.
A tomar café correndo porque está atrasado
A ler o jornal no ônibus porque não pode perder tempo da viagem.
A comer sanduíche porque não dá pra almoçar.
A sair do trabalho porque já é noite.
A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.
A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra.
E aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja número para os mortos.
E aceitando os números aceita não acreditar nas negociações de paz,
Aceita ler todo o dia da guerra, dos números, da longa duração.
A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone:
Hoje, não posso ir.
A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta.
A ser ignorado quando precisava tanto ser visto.
A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o de que necessita.
A lutar para ganhar o dinheiro com que pagar.
E a ganhar menos do que precisa e a fazer filas para pagar.
E a pagar mais do que as coisas valem e a saber que cada vez pagará mais.
E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas que se cobra.
A gente se acostuma a andar na rua e a ver cartazes.
A abrir as revistas e a ver anúncios.
A ligar a televisão e a ver comerciais.
A ir ao cinema e engolir publicidade.
A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.
A gente se acostuma à poluição.
As salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro.
A luz artificial de ligeiro tremor.
Ao choque que os olhos levam na luz natural.
As bactérias da água potável, a contaminação da água do mar.
A lenta morte dos rios.
Se acostuma a não ouvir o passarinho, a não ter galo da madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta.
A gente se acostuma a coisas demais para não sofrer.
Em doses pequenas, tentando não perceber, vai se afastando uma dor aqui,
Um ressentimento ali, uma revolta acolá.
Se o cinema está cheio a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço.
Se a praia está contaminada a gente só molha os pés e sua no resto do corpo.
Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana.
E se no fim de semana não há muito o que fazer a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado.
A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele.
Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se da faca e da baioneta, para poupar o peito.
A gente se acostuma para poupar a vida que aos poucos se gasta e, que gasta, de tanto acostumar, se perde de si mesma.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011







Compartilhando meu  artigo Cipriano de Cartago e a Unidade da Igreja na Diversidade :









Cipriano de Cartago e a Unidade na Diversidade



Sugestões de Leitura


Segue algumas sugestões de leitura para este mês :

Revista CristianismoHoje, Edição 24 - Ano 4













Revista Filosofia Ano VI - Nr. 62













Fundamentação da Ética Cristã, de Eduardo Lopez Azpitarte, Ed. Paulus.
Uso esse livro como livro base para minhas aulas de Ética.



Avaliações, Projetos e um pouco de mim.....

Esta semana (17/09) estarei completando mais um ano de vida, (44), é o tempo voa....
Sempre gosto de próximo da data do meu aniversário fazer algumas avaliações e reflexões sobre a minha vida.
Este ano estas reflexões começaram mais cedo. Sendo bem pragmático : Já passei da metade da minha vida e devo ter mais uns 20 ou 30 anos, se tudo ocorrer normalmente e principalmente se Deus quiser. É claro que a qualquer momento podemos ser chamados para nos apresentarmos diante do Senhor dos Senhores, mas se considerar o fluxo normal da vida tenho ainda mais algum tempinho aqui e como sou conservador sempre trabalho com a menor expectativa (20 anos) o que vier a mais é lucro rsrs....
Olhando para trás não posso reclamar de nada, perdi meus pais muito cedo, minha mãe quando tinha dois anos e meio e meu pai quando tinha 11 anos, mas não me faltaram referenciais de carinho. Fui criado pela minha vó, uma pessoa maravilhosa de quem guardo um amor muito profundo, e logo após seu falecimento conheci o amor da minha vida, minha esposa. A Jô tem me acompanhado em praticamente metade da vida que  levei até aqui, somente o fato dela conseguir suportar-me todo esse tempo já a faz uma heroína rsrs... O fato é que não consigo imaginar minha vida sem ela.... nem nos últimos 20, nem nos próximos 20, 30 ou seja lá quantos forem. Obrigado Jô, por apesar de todas minhas falhas e defeitos você nunca ter me abandonado, tenho uma dívida de carinho e amor eterna para com você. 
Bem... o fato é que tive e tenho uma vida boa, sei reconhecer isso e agradeço a Deus por tudo que já vivi. Nunca fui rico, mas também não posso dizer que fui pobre, passei alguns momentos difíceis mas que já estão no passado e na média nada me faltou. Olhando esse quadro e pensando no futuro é que temos pensado, eu e minha esposa, de como queremos viver os próximos anos que Deus nos conceder. 
Nos últimos 10 anos, em concorrência com meu trabalho secular, tenho dedicado ao estudo da teologia, que acontece praticamente em meu tempo vago, leia-se a noite e finais de semana. Foi assim que formei-em Bacharel em Teologia pelo Seminário Betânia em Curitiba, fiz a complementação pela Faculdade Evangélica  do Paraná FEPAR e conclui especialização em Psicoteologia e Bioética pela mesma instituição e estou cursando especialização em Teologia do Novo Testamento pela Faculdade Batista do Paraná, em paralelo outro sonho que estou realizando nos últimos 5 anos : Dar aulas. Ministro aulas no Seminário Betânia e no Instituto Teológico  Boa Terra. Fora  as atividades da Igreja, como pastor auxiliar na Igreja de Deus no Brasil em Uberaba, foram, sem contar palestras e estudos,  mais de 40 sermões nos últimos 6 anos, que aliás pretendo publicar uma seleção destes futuramente. Escrever, aliás é outro sonho que tenho realizado, dentro das minhas possibilidades, mantenho este blog a praticamente 5 anos e já são 430 post's o que me deixa muito feliz. Tenho publicado de forma autônoma alguns escritos meus e tenho vários que já estão prontos mas ainda não formatados para publicação, fora alguns que estão no forno. O que realmente me deixa muito feliz é que nos últimos 10 anos eu e minha família temos servido ao Senhor. 
Olhando para tudo isso é que eu e minha esposa tomamos uma decisão. Nos últimos anos tenho sentido um chamado mais forte para dedicar-nos mais ao ministério e isto tem me incomodado muito. Assim em uma conversa franca diante de Deus é que nos colocamos a disposição de o ano que vem servirmos de forma integral a Deus. Não sabemos bem ainda como isso vai ser, não temos nada planejado está tudo na mão de Deus, mas o fato é que desejamos viver os próximos anos de forma integral o chamado que Deus nos tem colocado. E essa decisão alegrou muito o nosso coração. 

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Até quando ???

Assisti a este vídeo com humildade e contrição.... segurando as lágrimas e a dor no peito.... Perdoa-nos Senhor, tende piedade de nós, mas que a sua Justiça seja feita. Amém.

A moral do Senhor e a moral do escravo.....


A concepção atual, vinculada a algumas linhas de pensamento,  de que o crente abençoado e vitorioso é aquele que mas consegue demonstrar as bênçãos materiais que Deus lhe concedeu é talvez uma versão empobrecida do pensamento Nietzschiano, a moral do Senhor deve ser superior a moral do escravo. 

Neste cristianismo ufanista em que o que mais interessa é a vitória (vitória financeira, vitória social, vitória na saúde....) é superior ao sentimento de humildade e de complacência (os inimigos dos cristãos serão esmagados...) ou seja é a realização aberta da vontade de potência, abençoada por Deus. 

Não tenho como não exibir um riso maroto ao ler alguns trechos de Nietzsche, crítico contumaz do cristianismo sendo usado por este....  


segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Cura por sexo, Irmão Aldo e a Seita Apostólica.

Igual a essa, quantas seitas existem hoje? Quantas pessoas se aproveitando da boa fé, ingenuidade e ignorância das pessoas?